Artigos
Pelo fim da escala 6x1 para que tempo seja direito, não privilégio
Multimídia
João Roma diz que todos, exceto Lula, devem apoiar ACM Neto no governo da Bahia
Entrevistas
Após retorno à AL-BA, Luciano Ribeiro descarta disputa pela reeleição e diz estar focado na campanha de ACM Neto
batel
Um episódio de racismo marcou a partida entre Batel Guarapuava e Nacional-PR, disputada no último sábado (4), em Guarapuava, pela Taça FPF. Durante o jogo, o volante Diego, do Batel, chamou o zagueiro Paulo Vitor (PV), do Nacional, de “macaco” durante uma discussão em campo.
A ofensa gerou imediata reação de PV, que desferiu um soco no adversário. Diego caiu no gramado e precisou ser atendido por uma ambulância. O árbitro Diego Ruan Pacondes da Silva aplicou o protocolo antirracismo da FIFA, cruzando os braços em “X”, e registrou o ocorrido na súmula da partida.
Apenas PV foi expulso, enquanto Diego permaneceu até o fim do jogo. O Batel venceu por 1 a 0, garantindo a classificação e eliminando o Nacional da competição. Após o confronto, PV desabafou nas redes sociais.
“Quero deixar minha indignação com o ocorrido do último jogo em que fui vítima de racismo. Não sou a favor da violência, mas parece que só assim eles sentem na pele. Quem é da cor vai entender minha reação. Espero que a justiça seja feita e que casos como esse — não só no futebol — sejam resolvidos e não julgados como vitimismo. Fogo nos racistas”, publicou.
Horas depois, o Batel Guarapuava anunciou a demissão imediata do volante Diego. Em nota oficial, o clube afirmou que o jogador “foi desligado de suas atividades e não integra mais o elenco profissional”. A diretoria declarou ainda “repudiar veementemente qualquer forma de preconceito, racismo ou discriminação” e reforçou o compromisso com “o respeito, a igualdade e os direitos humanos”.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Ronaldo Mansur
"Uma coisa é o PT, outra coisa é o governo. É um governo de direita".
Disse o candidato ao governo da Bahia Ronaldo Mansur (PSOL) ao listar uma série de insatisfações com o Executivo baiano, citando o que classificou como uma "política de segurança que não existe", além de falhas na saúde e na educação. Sobre este último ponto, criticou a postura do governo estadual diante da recusa dos professores em aderir à aprovação automática nas escolas.