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barraqueiros
Um grupo de barraqueiros formou uma fila quilométrica na madrugada desta quinta-feira (30) à procura do credenciamento para poder trabalhar na Micareta de Feira. Segundo o Acorda Cidade, parceiro do Bahia Notícias, os comerciantes aguardavam a abertura da Secretaria de Cultura, Esporte e Lazer após anúncio do credenciamento divulgado nesta quarta-feira (29).
O evento está marcado para os dias 19 a 23 de abril na Avenida Presidente Dutra (Circuito Maneca Ferreira). No anúncio desta quarta havia a informação de que as inscrições poderiam ser feitas online e presencial.
No entanto, como não foi publicado que o sistema só estaria disponível nesta quinta a partir das 9h, muitos comerciantes, que tentaram se inscrever pela internet, não conseguiram e foram até a secretaria para tentar garantir uma vaga no circuito.
Outra situação polêmica e que tem desagradado os barraqueiros é a mudança do espaço para os ambulantes, que terão de trabalhar nas ruas transversais do circuito (ver mais aqui).
Barraqueiros que pretendem trabalhar na Micareta de Feira de Santana devem continuar os protestos contra a mudança na organização da festa. Segundo o Acorda Cidade, parceiro do Bahia Notícias, os vendedores se reuniram nesta quinta-feira (16) com o secretário municipal de esporte, cultura e lazer, Jairo Carneiro Filho, para tentar chegar a um acordo.
No entanto, a categoria não aceitou a proposta da prefeitura de alocar os vendedores para as ruas transversais do circuito. Na mesma quinta, os barraqueiros protestaram contra a mudança em uma manifestação na Câmara de Vereadores.
Uma vendedora afirmou que trabalhar nas transversais não vai favorecer as vendas, além de representar um risco maior à segurança. Já o secretário afirma que a mudança se torna necessária devido às transformações que a festa vem tendo ao longo dos anos, com o aumento de público e a consequente falta de espaço para abrigar vendedores e foliões.
O secretário disse ainda que o credenciamento dos barraqueiros deve ter o prazo estendido, com prioridade para os que residem em Feira de Santana.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Ricardo Alban
"A entrada de importações de até 50 dólares sem tributação é o mesmo que financiar a indústria de países como a China, principal exportador de produtos de baixo valor para o Brasil, especialmente no setor têxtil. O prejuízo é direto a quem fabrica e comercializa em território brasileiro".
Disse o presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Ricardo Alban ao comentar a aprovação da medida provisória 1357/2026, que revogou a chamada “taxa das blusinhas”. Segundo Alban, a medida representa um retrocesso econômico, cria uma condição de desigualdade para o setor produtivo brasileiro e pode colocar em risco mais de 100 mil empregos.