Artigos
Nordeste: um território de inteligência, inovação e crescimento
Multimídia
Delliana Ricelli chama aprovação automática nas escolas da Bahia de “uma das coisas mais odiosas”
Entrevistas
Entrevista Exclusiva: Ministra Rachel Barros detalha ações do MIR para a população negra
barbara marques
A cineasta brasileira Bárbara Marques, sobrinha da atriz Elisa Lucinda, que foi presa pela imigração dos Estados Unidos no dia 16 de setembro, foi liberada na noite da última quinta-feira (16), um mês após a detenção.
De acordo com o marido da brasileira, Tucker May, Bárbara já está em casa com a família.
"Estou muito feliz em dizer que Bárbara está de volta para casa! Agradecemos a todos que nos ofereceram palavras gentis, nos mantiveram em seus pensamentos ou nos ajudaram com nossas campanhas telefônicas para garantir que tivéssemos o devido processo legal que todos merecem", afirmou.

A cineasta, que é natural de Vitória, no Espírito Santo, foi detida após uma entrevista no escritório do Serviço de Cidadania e Imigração, no centro de Los Angeles, na Califórnia.
Segundo o marido da brasileira, durante a entrevista para obter o visto de residência permanente nos Estados Unidos, Bárbara foi levada para um funcionário da imigração, que disse que só faltava uma cópia do passaporte da brasileira, e não voltou mais.
Os agentes do serviço de imigração afirmaram que o motivo da detenção da brasileira era a ausência em uma audiência de regularização de visto em 2019, já que a cineasta entrou no país com visto de turista em 2018.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Marcius Gomes
"A Bahia não tem aprovação automática. Isso é um termo que vem sendo utilizado pela oposição, mas nós temos uma portaria, a portaria 190, que fala sobre a recuperação da aprendizagem. Eu sou da época que tinha a tal da ‘dependência’, acho que os ouvintes e os pais lembram bem disso. O que nós temos tido com a 190 é justamente isso, a gente não pode deixar o menino pelo caminho, a menina pelo caminho".
Disse o secretário de Educação do Estado, Marcius Gomes ao negar que a rede pública estadual de educação realize a “aprovação automática” dos alunos na Bahia.