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O aperto no Carnaval de Salvador não se restringe apenas a quantidade de pessoas na rua curtindo a folia. Quando se trata da festa, o aperto mais importante e necessário de ser aliviado é o do 'xixi'.
Pensando nisso, o Bahia Notícias preparou um guia com dicas de onde conseguir se aliviar no Carnaval de Salvador de forma segura e higiênica.
De acordo com a Limpurb, a folia contará com diversas baterias de banheiros, com opções climatizadas e para PCDs, para quem for curtir a festa. Em 2025, a festa contou com 3,3 mil banheiros químicos distribuídos em 160 pontos espalhados pelos circuitos da festa.
Um dos pontos mais conhecidos pelo público é o Morro do Gato, e não, não estamos falando do "banheiro" ao ar livre que já virou meme nas redes sociais.
Ao subir o acesso em frente ao Clube Espanhol, próximo ao módulo de saúde, é possível encontrar um paredão com banheiros químicos para o público.
Outra dica é a entrada da Rua Morro do Escravo Miguel, que conta com banheiros e mictórios. Além da Rua Sabino Silva e do Porto da Barra, para quem está no começo do circuito.
Já no Campo Grande, é possível encontrar banheiros próximo ao Hotel Wish, ao Viaduto Menininha do Gantois e no Orixás Center.
Em 2026, a Prefeitura Municipal de Salvador, por meio da Diretoria de Serviços de Iluminação Pública (Dsip), realizou uam vistoria técnica nos circuitos para oferecer aos foliões, especialmente as folionas, mais segurança com a questão da iluminação nos pontos de higiene.
“Estamos mostrando o trabalho que estamos fazendo com um olhar de gênero, observando todos os acessos, os banheiros e cada ponto para gerar mais luminosidade, conforto e segurança para as pessoas que estarão aqui curtindo todos os dias de festa."
Para quem busca conforto e não vê problema em investir alguns reais para ir ao banheiro, a rua Dr. Helvético Carneiro Ribeiro, conta com a oferta de banheiros privados por menos de 10 reais.
A praticidade também está no funil urinário. A ida ao banheiro para mulheres durante o período de festa é quase uma batalha espiritual.
Desta forma, algumas empresas investiram no acessório, um funil urinário que facilita a ida ao banheiro sem precisar sentar no vaso em um local público, por exemplo. É necessário lembrar que o uso do acessório deve ser feito em um local privado. E após o uso, o funil precisa ser lavado para guardar de forma segura e reutilizar.
O goleiro Cássio foi protagonista de um episódio curioso no confronto entre Cruzeiro e Betim, realizado no último domingo (1º), pelo Campeonato Mineiro, na Arena Urbsan. Durante a partida, o arqueiro comunicou ao juiz que precisava deixar o gramado e correu em direção ao vestiário.
Se você achou novidade o juizão olhar o VAR na volta do intervalo e expulsar Carrascal...
— ???????????????????????????????????? ???? ???????? (@Campbellbjj_) February 2, 2026
Imagina quem está assistindo Betim x Cruzeiro. O juizão parou o jogo para o Cassio ir cagar. Não é zueira! O jogou parou para o Cassio CAGAR! pic.twitter.com/wPb62eDRvY
O jogo ficou paralisado por quatro minutos enquanto o camisa 1 celeste estava nas dependências do estádio, deixando jogadores, arbitragem e torcedores em compasso de espera.
Ao retornar, Cássio subiu ao gramado rindo da situação, enquanto seus companheiros de equipe brincavam com o ocorrido. Rumores de bastidores apontam que o jogador teria tido um "aperto" e precisou utilizar o banheiro às pressas.
"Voltou dando risada. Está mais leve, né, Cássio? Fala para a gente!", brincou o narrador da SportyNet, canal responsável pela transmissão do confronto no YouTube.
A torcida do Betim também não perdoou o goleiro, e levantou um coro especial após o retorno: "Cagão, cagão, cagão!", gritaram os adeptos.
Dentro de campo, Cássio contou com outro alívio: a vitória do Cruzeiro. A equipe, que vinha sendo pressionada pela torcida devido aos resultados recentes, venceu a partida por 1 a 0, com gol marcado por Matheus Pereira.
Com o triunfo, a Raposa assegurou a vice-liderança isolada do Grupo C do Mineiro, somando agora nove pontos na tabela de classificação.
A Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj) inaugurou, nesta quarta-feira, o primeiro banheiro sem gênero da instituição no campus Maracanã. A iniciativa é da Superintendência de Equidade Étnico-racial e de Gênero e tem como objetivo garantir um espaço acessível a todas as pessoas, independentemente de orientação sexual, identidade ou expressão de gênero.
O banheiro está localizado no 10º andar, bloco C, do Pavilhão Reitor João Lyra Filho. A proposta integra ações voltadas à promoção da inclusão, do respeito à diversidade e da convivência no ambiente universitário.
O projeto foi desenvolvido em parceria com a professora Grassine de Oliveira, doutoranda da Escola Superior de Desenho Industrial (Esdi/Uerj), responsável pela arte gravada na parede interna do espaço. Grassine integra a comunidade LGBTQIAP+ e se identifica como pessoa transgênero não-binária. As informações são do Globo
Um feto foi descoberto em uma sacola no banheiro de uma escola municipal em Juazeiro, no norte da Bahia, nesta segunda-feira (05). O caso chocou a comunidade local e a Polícia Civil já iniciou as investigações para apurar o ocorrido.
Segundo informações da Polícia Civil, equipes estão trabalhando para identificar quem abandonou o feto no local. O Departamento de Polícia Técnica (DPT) foi acionado para realizar a perícia necessária e encaminhar o embrião ao Instituto Médico Legal (IML), onde passará por exames detalhados.
O delegado Marconi Almino, responsável pelas investigações, informou que a pessoa que deixou o feto na escola pode ser responsabilizada pelo crime de aborto provocado, conforme a lei.
Em nota, a Secretaria de Educação de Juazeiro esclareceu que, em nenhum momento, os estudantes da unidade de ensino tiveram contato visual com o feto, que foi rapidamente removido do local.
Leia a nota na íntegra:
“A Secretaria de Educação de Juazeiro/Seduc informa que, ao encontrar o feto envolvido em uma sacola, a gestora da unidade escolar acionou imediatamente a Polícia e a Seduc, prestando todas as informações necessárias.
A secretaria informa, ainda, que em nenhum momento os estudantes tiveram contato ou visualizaram o feto, que foi removido da unidade escolar pelo Instituto Médico Legal”, finaliza a nota.
Marcello Cassettari (51), guitarrista do grupo Virgulóides, morreu em Praia Grande, no litoral de São Paulo, após sofrer um acidente doméstico. De acordo com informações do G1, o músico caiu quando saía do banho, no último domingo (19). "Conversei com a esposa dele logo após a morte. Ela disse que ele escorregou quando saía do banho e bateu as costas no vaso", contou Paulo Jiraya, ex-companheiro de banda. Ainda segundo a publicação, Cassettari foi levado ao pronto socorro do Hospital Irmã Dulce, onde fez raio-x e exame de sangue, mas foi liberado em seguida, mesmo com a costela quebrada. De acordo com familiares, ele voltou no mesmo dia à unidade de saúde, mas foi liberado outra vez.
Na segunda-feira (20), Marcello foi levado novamente ao hospital pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu). "Ele já não tinha condições de ir por meios próprios por conta da dor. Foi aí que faleceu. Tentaram reanimá-lo, mas sem sucesso", lembrou Jiraya. "A família diz que houve negligência médica. Ele não tinha nenhum problema de saúde e morreu, de um dia para o outro. Foi uma morte besta", acrescentou o músico, contando que o laudo do IML apontou como causa da morte hemorragia interna, provocada pela perfuração do baço pela costela quebrada.
A banda Virgulóides fez sucesso nos anos de 1990, com a música “Bagulho no Bumba”:
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Hugo Motta
"A PEC da redução da jornada de trabalho 6x1 é uma destas agendas. A tramitação via Proposta de Emenda Constitucional é, ao mesmo tempo, o respeito das prerrogativas da deputada Erika Hilton e do deputado Reginaldo Lopes, que apresentaram seus projetos, e a oportunidade de promover um debate amplo. O equilíbrio e a responsabilidade são essenciais numa matéria de tamanho impacto".
Disse o presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB) ao comentar sobre a colocação na pauta sobre o fim da escala 6x1 e indicar anteriormente que seria “vender um sonho que não se sustenta”.