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bangola
Uma explosão em uma fábrica clandestina de fogos de artifício resultou na morte de uma pessoa na tarde desta terça-feira (3), na comunidade do Bangolá, zona rural de Muniz Ferreira, no Recôncavo baiano. O incidente expõe, mais uma vez, os riscos da fabricação artesanal e ilegal de artefatos explosivos para a região.
Segundo o Corpo de Bombeiros Militar da Bahia (CBM-BA), o estabelecimento funcionava de maneira improvisada e precária nos fundos de uma casa. A força da explosão destruiu a estrutura utilizada para a confecção dos fogos, e os escombros precisaram ser isolados para evitar novos focos de incêndio ou detonações secundárias.
Três viaturas do 16º Batalhão de Bombeiros Militar, baseadas na cidade vizinha de Santo Antônio de Jesus, foram deslocadas para o local. Ao chegarem, as equipes constataram a irregularidade total da operação: não havia alvarás, equipamentos de segurança ou distanciamento adequado para o manuseio de pólvora e outros materiais inflamáveis.
A vítima, que ainda não teve a identidade oficialmente divulgada, não resistiu aos ferimentos causados pela onda de choque e pelo calor da explosão, morrendo antes mesmo da chegada do socorro médico. As informações são do Acorda Cidade, parceiro do Bahia Notícias.
O Corpo de Bombeiros permanece monitorando a área para garantir a segurança dos moradores vizinhos, enquanto as autoridades alertam para os perigos de manter fábricas de fogos em perímetros residenciais sem a devida autorização do Exército e dos órgãos de fiscalização.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
João Roma
"A lei não pode ter lado político".
Disse o presidente estadual do PL na Bahia e pré-candidato ao Senado Federal pelo estado, João Roma, utilizou as redes sociais nesta sexta-feira (19) para comentar a operação de busca e apreensão realizada pela Polícia Federal (PF), com autorização do Supremo Tribunal Federal (STF), que teve como um dos alvos o senador Jaques Wagner (PT), líder do governo no Senado.