Artigos
E se o maior erro das previsões eleitorais não estiver nas pesquisas, mas na forma como interpretamos o eleitor indeciso?
Multimídia
Mansur diz que candidatura feminina no PSOL deve ser decidida pelas mulheres
Entrevistas
Entrevista Exclusiva: Ministra Rachel Barros detalha ações do MIR para a população negra
banda beijo
O empresário Misael Tavares revelou, no Bargunça desta terça-feira (24), que ele e o cantor Netinho estão avaliando uma possível volta da Banda Beijo. Com apoio do Bahia Notícias, o Bargunça Podcast é apresentado por Wagner Miau e Thiago Mithra.
Enquanto falava sobre a importância do cantor Netinho em sua trajetória, Misael revelou que a volta da Banda Beijo já está sendo pensada pela dupla. “Hoje nós estamos tentando prospectar a volta da Banda Beijo”.
Os apresentadores do programa, relembraram que durante sua ida ao programa, Gilmelândia ressaltou que, dependendo do empresário que estivesse por trás do projeto, ela gostaria de voltar ao vocal da Banda Beijo.
Ao ser apontada a ideia da cantora comandar essa volta, o empresário logo negou. “Eu acho que ela tem que seguir a carreira dela, que é uma carreira já consolidada”, prosseguiu.
E prosseguiu afirmando que Netinho é a melhor escolha. “Na Banda Beijo você tem que fazer aquilo que eu fiz na época. Tem que pegar Netinho, fazer o produto Netinho e colocar na Banda Beijo. Para voltar com Gil, ela já não tem a intenções comerciais que eu tenho”, finalizou Tavares.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
André Viana
"Quando você tem o monitoramento nos parlatórios, onde não é possível efetuar essa difusão de tratativas, determinações por parte da liderança para o mundo aqui fora, você traz o isolamento para o crime e nos ajuda por demais no enfrentamento à criminalidade".
Disse o delegado-geral da Polícia Civil da Bahia (PC-BA), André Viana ao defender a ampliação do monitoramento nos parlatórios dos presídios de segurança máxima do estado. Em entrevista ao programa Bahia Notícias no Ar, da rádio Antena 1 Salvador, nesta sexta-feira (18), o delegado afirmou que a medida ajudaria a bloquear a comunicação entre detentos e integrantes de organizações criminosas do lado de fora das unidades prisionais.