Artigos
A crise nos preços do cacau e os caminhos possíveis
Multimídia
Apesar de críticas, novo Sedur defende agilidade para avanços em Salvador
Entrevistas
Afonso Florence garante candidatura de Lula em 2026 e crava retorno ao Congresso: “Sou parlamentar”
banco de sangue
O Banco de Sangue GSH em Salvador registrou uma queda e escassez de doadores de sangue neste mês de julho. De acordo com a instituição, o período de férias escolares e a proliferação de doenças respiratórias que acontecem nesta época do ano, impactaram para o agravamento da situação.
“Esse é um período difícil para os bancos de sangue do país. Com as férias, muitas famílias viajam e, entre esse público, há os doadores já regulares que acabam se ausentando. Entre os que ficam na cidade, muitos se tornam inaptos a doar, temporariamente, por causa de gripes e resfriados”, disse a coordenadora regional de captação do Banco de Sangue, Ana Luiza Araújo.
Segundo a entidade, somente neste mês, as doações sofreram uma baixa adicional de 20%, índice que, somado ao déficit que já vinha enfrentando de 40%, resulta em um saldo de 60% abaixo do nível ideal. “Isso significa que estamos chegando ao final julho com uma média de apenas 40 doações de sangue por dia, quando o esperado são 70 coletas diárias”, exemplifica Ana Luiza.
Por conta deste cenário, o GSH Banco de Sangue de Salvador faz um alerta para que as pessoas que estão na cidade, e se encontram aptas, doem sangue. Todos os tipos sanguíneos são necessários, porém, os tipos O-, O+ e A- são os que estão mais em falta neste momento.
O GSH Banco de Sangue de Salvador atende a 7 hospitais na região, fornecendo bolsas de sangue aos pacientes que estão internados e precisam de transfusão para se recuperarem.
A instituição funciona diariamente, das 7h às 18h, incluindo sábados, domingos e feriados, na Av São Rafael, 2152, São Marcos, telefones: (71) 3281-6295, WhatsApp: (71) 99718-8708.
Para doar, basta comparecer à unidade, ou agendar previamente para atendimento.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Janja da Silva
"Hoje estabelecemos um marco para a sociedade brasileira, representada pelos três poderes, aqui presentes. Todos assumiram o compromisso e a responsabilidade de tornar a nossa sociedade um lugar em que as mulheres possam viver em paz. Queremos ser respeitadas, queremos ser amadas, queremos ser livres, queremos nos manter vivas".
Disse a primeira-dama Janja Silva em um discurso emocionado e com direito a lágrimas, ao abrir a solenidade de lançamento do Pacto Brasil de Enfrentamento ao Feminicídio. A iniciativa do governo Lula, chamada de “Todos por Todas”, busca unir os três poderes em ações coordenadas para prevenir a violência letal contra meninas e mulheres no país.