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banco brasileiro
O BTG Pactual identificou neste domingo (22) um ataque hacker em operações via Pix após detectar atividades consideradas atípicas no sistema. De acordo com o BP Money, parceiro do Bahia Notícias, o incidente teria desviado de início cerca de R$ 100 milhões. Parte significativa dos valores, no entanto, foi recuperada logo depois pelo banco.
A instituição financeira não detalhou a dinâmica do ataque nem confirmou de forma oficial o montante total envolvido, e se limitou a reconhecer a existência de irregularidades nas transações.
Ainda segundo informações, o Banco Central identificou indícios do problema nas primeiras horas deste domingo e passou a emitir alertas a partir das 6h.
Em nota, o BTG Pactual afirmou que não houve acesso a contas de clientes e que o episódio não comprometeu dados sensíveis de correntistas.
A instituição informou ainda que, como medida preventiva, decidiu suspender de forma temporária as operações via Pix enquanto realiza uma investigação interna sobre o caso. “O banco reforça que a segurança das informações é prioridade e permanece à disposição de seus clientes por meio dos canais oficiais de atendimento”, informou a instituição.
O episódio se soma a outros ataques recentes envolvendo o sistema financeiro brasileiro e operações com Pix ao longo do último ano.
Em junho, um ataque à C&M Software resultou no desvio de mais de R$ 800 milhões de diversas instituições financeiras.
Já em setembro, a Sinqia foi alvo de outro incidente, que desviou cerca de R$ 710 milhões, incluindo valores ligados ao HSBC e à sociedade de crédito direto Artta. Na ocasião, o Banco Central bloqueou a maior parte dos recursos.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Ricardo Alban
"A entrada de importações de até 50 dólares sem tributação é o mesmo que financiar a indústria de países como a China, principal exportador de produtos de baixo valor para o Brasil, especialmente no setor têxtil. O prejuízo é direto a quem fabrica e comercializa em território brasileiro".
Disse o presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Ricardo Alban ao comentar a aprovação da medida provisória 1357/2026, que revogou a chamada “taxa das blusinhas”. Segundo Alban, a medida representa um retrocesso econômico, cria uma condição de desigualdade para o setor produtivo brasileiro e pode colocar em risco mais de 100 mil empregos.