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banco bradesco
O Banco Bradesco negou que estaria negociando sua venda para a empresa do ramo alimentício JBS. Em posicionamento nesta terça-feira (22), o Bradesco afirmou que as supostas conversas se tratam de “fake news”, segundo publicado pelo portal BP Money.
A informação da possível venda foi divulgada em primeira mão pelo blog “Nem Amigo, Nem Inimigo”, que apagou a publicação original. O site afirmou que as herdeiras do Bradesco, inclusive, já teriam dado sinal verde para o seguimento da negociação.
Até o fechamento da reportagem, a empresa dos irmãos Batista não havia respondido ao pedido de esclarecimento quanto à suposta negociação.
O suposto interesse da JBS em um dos maiores bancos do Brasil não causaria estranheza no mercado. A sua controladora, J&F Investimentos, já atua no setor financeiro por meio do Banco Original, que opera principalmente nos segmentos corporativo, atacado e agro.
A JBS, companhia do setor alimentício, se articula para realizar a compra do Bradesco, obtendo o controle acionário do banco. De acordo com publicação da BP Money, a movimentação, inclusive, já teria o aval das herdeiras do fundador do Bradesco, Amador Aguiar.
Caso as irmãs, Lia, Lina e Maria Aguiar, confirmem o apoio na venda do banco, o movimento fortaleceria a JBS para ser a “nova dona do Bradesco”. Atualmente, o valor de mercado do banco é de R$ 152,11 bilhões.
A movimentação da empresa do ramo alimentício está alinhada com uma nova estratégia da JBS em adquirir controle de empresas em diversos setores. Ainda neste ano, a empresa anunciou suas intenções de adquirir a maior produtora de ovos da América do Sul, a Mantiqueira.
A JBS é uma empresa brasileira de alimentos que atua no processamento de carne e no segmento alimentício, em geral. Ela também comercializa produtos como couros, materiais de higiene e limpeza, colágeno, entre outros.
Nesta segunda-feira (21), a empresa anunciou que ptrevê uma receita líquida de R$ 409,4 bilhões até o final de 2024, de acordo com comunicado ao mercado.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
André Viana
"Quando você tem o monitoramento nos parlatórios, onde não é possível efetuar essa difusão de tratativas, determinações por parte da liderança para o mundo aqui fora, você traz o isolamento para o crime e nos ajuda por demais no enfrentamento à criminalidade".
Disse o delegado-geral da Polícia Civil da Bahia (PC-BA), André Viana ao defender a ampliação do monitoramento nos parlatórios dos presídios de segurança máxima do estado. Em entrevista ao programa Bahia Notícias no Ar, da rádio Antena 1 Salvador, nesta sexta-feira (18), o delegado afirmou que a medida ajudaria a bloquear a comunicação entre detentos e integrantes de organizações criminosas do lado de fora das unidades prisionais.