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baleadas
Duas pessoas foram baleadas este sábado (23) durante confronto com o Serviço Secreto dos Estados Unidos, perto da Casa Branca, em um incidente de segurança que foi registrado por jornalistas que se encontravam no local. A informação foi confirmada pela agência de notícias Reuters.
O diretor do FBI, Kash Patel, informou, por meio de uma publicação oficial em suas redes sociais, que as forças de segurança permanecem em alerta máximo após os relatos de disparos na zona. Confira:
FBI is on the scene and supporting Secret Service responding to shots fired near White House grounds - we will update the public as we’re able
— FBI Director Kash Patel (@FBIDirectorKash) May 23, 2026
"O FBI está no local e apoiando o Serviço Secreto na resposta aos disparos feitos perto das áreas da Casa Branca — atualizaremos o público assim que possível", escreve o diretor.
De acordo com as primeiras informações avançadas pela jornalista Carolina Cimenti, da TV Globo, um homem aproximou-se de um dos portões da Casa Branca e efetuou pelo menos três disparos. Um dos feridos é o próprio atirador que foi neutralizado pelos agentes e encontra-se em "estado crítico".
O incidente ocorreu perto do cruzamento da Avenida Pensilvânia com a Rua 17, uma área que foi imediatamente isolada por agentes armados. Embora as circunstâncias exatas do tiroteio ainda estejam a ser investigadas, fontes oficiais revelaram às agências de notícias que o suspeito poderá tratar-se de um indivíduo com "distúrbios emocionais".
SUSTO DA IMPRENSA
Vários jornalistas que trabalhavam no local este sábado relataram ter ouvido uma sequência rápida de disparos, tendo sido instruídos de imediato a procurar abrigo no interior da sala de imprensa da Casa Branca. Os agentes do Serviço Secreto bloquearam as saídas por precaução, levantando o confinamento pouco tempo depois, assim que a situação foi controlada.
Veja momentos:
????AGORA - Veja o exato momento em que jornalistas começam a escutar tiros na frente da Casa Branca pic.twitter.com/vaa31mYGzb
— SPACE LIBERDADE ? (@NewsLiberdade) May 23, 2026
A correspondente da ABC News, Selina Wang, partilhou na rede social X (Antigo Twitter) um vídeo que captou o momento exato em que os tiros foram disparados, mostrando a necessidade de se baixar rapidamente para se proteger do confronto armado.
I was in the middle of taping on my iPhone for a social video from the White House North Lawn when we heard the shots. It sounded like dozens of gunshots. We were told to sprint to the press briefing room where we are holding now. pic.twitter.com/iqdQwh4soq
— Selina Wang (@selinawangtv) May 23, 2026
Doze pessoas conduzidas na tarde de terça-feira (24), por envolvimento no ataque contra turistas do Rio Grande do Sul, ocorrido na cidade de Prado, no Extremo Sul da Bahia, foram autuadas por tentativa de homicídio, associação criminosa, porte ilegal de arma de fogo e corrupção de menores.
Oito adultos e quatro adolescentes foram alcançados pelas Polícias Militar, Federal e Civil, minutos após as vítimas serem atingidas por disparos de armas de fogo. Com os 12, foram apreendidos quatro carabinas e um revólver calibres 12 e 38, além de munições.
Em depoimento, as vítimas contaram que faziam um passeio pela região quando visualizaram um bloqueio na estrada. Durante a tentativa de desvio, o grupo com rostos pintados disparou contra o veículo.
Após a repercussão, coletivos indígenas negaram a participação no tiroteio. Segundo eles, os disparos foram efetuados por "pistoleiros" que manifestavam interesse em terras indígenas na região.
Equipes da Força Integrada de Combate a Crimes Comuns envolvendo Povos e Comunidades Tradicionais seguem na região reforçando o patrulhamento e as ações de inteligência.
Duas turistas foram baleadas na área de Corumbau, em Prado, na manhã desta terça-feira (24). De acordo com a ocorrência, as vítimas teriam sido alvejadas por povos originários que estavam em manifestação na região, que é palco de conflitos fundiários. A Força Nacional foi informada sobre o episódio.
As vítimas estavam em um veículo quando foram surpreendidas pelos disparos. Segundo o marido da vítima, eles estariam hospedados na região e, ao se deslocar para a praia do Cahy por uma estrada interna, se depararam com uma árvore obstruindo a via.
Após desviarem do obstáculo, várias pessoas encapuzadas teriam efetuado os disparos. Foram identificados revólveres e espingardas.
Segundo as investigações, os manifestantes seriam parte de um movimento nomeado "Retomada", liderado por indígenas da região. As mulheres foram encaminhadas para o Hospital Luís Eduardo Magalhães, em Porto Seguro. Em nota enviada ao Bahia Notícias, a Polícia Militar informou que ambas as mulheres devem passar por um procedimento cirúrgico. Não há mais detalhes sobre o estado de saúde das vítimas.
Com relação à apuração do caso, o órgão de segurança detalhou que a área do ocorrido foi imediatamente isolada e o policiamento foi intensificado na região. A investigação do caso será realizada pela Polícia Civil. (A reportagem foi atualizada às 14h32.)
Confira a nota da PM-BA na íntegra:
"O Comando de Policiamento da Região do Extremo Sul informa que, na manhã desta terça-feira (24/02), por volta das 10h, duas mulheres, identificadas pelas iniciais A.S.R. e M.C.B., ambas naturais do Estado do Rio Grande do Sul, foram vítimas de disparos de arma de fogo na localidade da Barra do Cahy, distrito de Corumbau, no município de Prado/BA.
As vítimas estavam em um veículo quando foram surpreendidas pelos disparos. Inicialmente, foram socorridas para o posto de saúde de Corumbau e, posteriormente, transferidas por aeronave para o Hospital Luís Eduardo Magalhães, na cidade de Porto Seguro, onde, neste momento, passam por procedimento cirúrgico.
Guarnições da Polícia Militar foram imediatamente acionadas, realizaram o isolamento da área, intensificaram o policiamento na região e seguem em diligências para localizar os autores.
O Comando mantém reforço operacional no distrito e atua de forma integrada com a Polícia Civil, responsável pela investigação do caso."
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
João Roma
"A lei não pode ter lado político".
Disse o presidente estadual do PL na Bahia e pré-candidato ao Senado Federal pelo estado, João Roma, utilizou as redes sociais nesta sexta-feira (19) para comentar a operação de busca e apreensão realizada pela Polícia Federal (PF), com autorização do Supremo Tribunal Federal (STF), que teve como um dos alvos o senador Jaques Wagner (PT), líder do governo no Senado.