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bairro de mangabeira
As ações da Operação Despertar, deflagrada nesta sexta-feira (21) em Feira de Santana, culminaram na prisão de três homens, na apreensão de um menor, além de recolhimento de armas, munições e drogas. Uma machadinha usada para tortura e morte de vítimas também foi apreendida. A operação ocorreu no bairro Mangabeira, investigado desde o início do ano passado devido ao alto registro de homicídios.
Segundo a Polícia Civil, duas das prisões ocorreram por posse de munição e arma de uso restrito, além de tráfico de drogas; e a terceira por crime de homicídio. Além disso, foram cumpridos 13 mandados de busca e apreensão.
Já um adolescente foi apreendido por posse ilegal de arma de fogo. Outros dois menores foram ouvidos e liberados. O balanço da operação registrou os seguintes materiais apreendidos: 165 papelotes contendo cocaína, duas porções médias da mesma droga, uma porção média de maconha, um revólver calibre .38, uma pistola 9mm, uma pistola calibre .40, uma machadinha, dois rádios comunicadores, cinco balanças de precisão, um simulacro de arma de fogo, 295 munições, 27 aparelhos celulares, a quantia de R$ 105 e embalagens plásticas para acondicionar entorpecentes.
A Operação Despertar, deflagrada pela Delegacia de Homicídio de Feira de Santana, contou com o apoio das equipes do Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP/SEDE), das 1ª e 2ª Delegacias Territoriais, da Delegacia de Repressão a Furtos e Roubos (DRFR), da Delegacia para o Adolescente Infrator (DAI) e da Coordenação de Apoio Técnico e Tático à Investigação (CATTI/SERTÃO), totalizando 6 delegados e 60 investigadores. A Polícia Militar também atuou com 12 e um cão farejador.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
João Roma
"A lei não pode ter lado político".
Disse o presidente estadual do PL na Bahia e pré-candidato ao Senado Federal pelo estado, João Roma, utilizou as redes sociais nesta sexta-feira (19) para comentar a operação de busca e apreensão realizada pela Polícia Federal (PF), com autorização do Supremo Tribunal Federal (STF), que teve como um dos alvos o senador Jaques Wagner (PT), líder do governo no Senado.