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bahia e flamengo
O goleiro Matheus Cunha, na noite desta quarta-feira (29), falou sobre a vitória contra o Bahia na partida de ida pelas quartas de finais da Copa do Brasil. O atleta ainda falou sobre a “cena de terror” que os jogadores vivenciaram em La Paz, após a partida da Libertadores.
“Foi um jogo muito difícil. Um time que dá trabalho pra gente. A data Fifa veio em uma boa hora para descansarmos. Mas é seguir trabalhando, temos mais um jogo difícil domingo, e temos que dar tudo de si lá para buscar os três pontos”, afirmou o goleiro.
Além disso, Matheus Cunha também comentou sobre o cansaço do elenco, questão que foi levantada por conta das baixas da equipe flamenguista durante a partida.
“Estamos muito cansados. No vestiário a gente tenta se recuperar, faz gelo, às vezes banheira quente, faz massagem. Sabemos que domingo tem mais guerra, por estarmos vivos nas três competições e queremos conquistar as três, é seguir trabalhando”, continuou.
O goleiro ainda relatou a experiência no intervalo e no final do jogo contra o Bolívar, partida válida pela Libertadores.
“A velocidade muda muito, para respirar é horrível, cena de terror. Quando acaba o jogo todos vão direto para o oxigênio, é cena de terror”, finalizou Matheus.
A próxima partida do Flamengo será contra o Corinthians, no dia 1 de setembro, pela 25ª rodada do Brasileirão. O duelo está marcado para as 16h, na Neo Química Arena.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
André Viana
"Quando você tem o monitoramento nos parlatórios, onde não é possível efetuar essa difusão de tratativas, determinações por parte da liderança para o mundo aqui fora, você traz o isolamento para o crime e nos ajuda por demais no enfrentamento à criminalidade".
Disse o delegado-geral da Polícia Civil da Bahia (PC-BA), André Viana ao defender a ampliação do monitoramento nos parlatórios dos presídios de segurança máxima do estado. Em entrevista ao programa Bahia Notícias no Ar, da rádio Antena 1 Salvador, nesta sexta-feira (18), o delegado afirmou que a medida ajudaria a bloquear a comunicação entre detentos e integrantes de organizações criminosas do lado de fora das unidades prisionais.