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“Registre-se!”: CCI avança nas estratégias para realização da iniciativa na Bacia Santiago do Iguape
A Corregedoria das Comarcas do Interior (CCI) do Tribunal de Justiça da Bahia (TJ-BA) prosseguiu com o alinhamento das atividades para a Semana Nacional do Registro Civil – “Registre-se!”.
Nesta quinta-feira (14), a juíza auxiliar da CCI, Ângela Bacellar, se reuniu com a população quilombola da Bacia Santiago do Iguape para ajustar a atuação da Corregedoria durante os dias do “Registre-se”, que acontece de 13 a 17 de maio deste ano.
Foram discutidas as principais demandas locais e esclarecidas as dúvidas sobre os serviços a serem oferecidos. Houve um alinhamento das atividades entre todos os envolvidos, com a prévia disponibilização de formulários para a coleta de dados do público-alvo e para a identificação dos serviços mais necessários à população.
Para a magistrada Ângela Bacellar, incluir a população quilombola no escopo do projeto idealizado pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ) é promover um resgate histórico e social dos povos tradicionais.
No encontro, estiveram presentes a prefeita e a vice-prefeita de Cachoeira, Eliana Gonzaga e Cristina Soares; o presidente e a 1ª vice-presidente da Associação de Registradores Civis da Bahia (Arpen), Carlos Magno e Andreza Guimarães; o oficial do registro civil Lourenço Thiago Dias Ferreira; os assessores da CCI Pablo Rocha, Jeane Melo e Isabela Burke; além de líderes das comunidades quilombolas da Bacia Santiago do Iguape.
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Pérolas do Dia
André Viana
"Quando você tem o monitoramento nos parlatórios, onde não é possível efetuar essa difusão de tratativas, determinações por parte da liderança para o mundo aqui fora, você traz o isolamento para o crime e nos ajuda por demais no enfrentamento à criminalidade".
Disse o delegado-geral da Polícia Civil da Bahia (PC-BA), André Viana ao defender a ampliação do monitoramento nos parlatórios dos presídios de segurança máxima do estado. Em entrevista ao programa Bahia Notícias no Ar, da rádio Antena 1 Salvador, nesta sexta-feira (18), o delegado afirmou que a medida ajudaria a bloquear a comunicação entre detentos e integrantes de organizações criminosas do lado de fora das unidades prisionais.