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azeites proibidos
O Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) emitiu um novo comunicado, nesta segunda-feira (21), com a lista de 12 marcas de azeite de oliva em que proíbem a venda de 12 marcas do produto. As empresas teriam sido desclassificadas por fraude identificadas pela pasta.
Segundo o órgão, via O GLOBO, as marcas não atenderam aos requisitos de identidade e qualidade determinados no Brasil, e foram consideradas impróprias para consumo.
"As análises detectaram a presença de outros óleos vegetais, não identificados, na composição dos azeites, comprometendo a qualidade e a segurança dos produtos. Os produtos também representam risco à saúde dos consumidores, dada a falta de clareza sobre a procedência desses óleos", disse o MAPA.
De acordo com o órgão, algumas dessas empresas responsáveis por essas marcas estão com CNPJs suspensos ou baixados pela Receita Federal, o que estaria reforçando a fraude.
“A comercialização desses produtos configura uma infração grave, e os estabelecimentos que continuarem a vendê-los poderão ser responsabilizados", afirma a pasta.
"Já as denúncias sobre a venda de produtos fraudulentos podem ser feitas por meio do canal oficial Fala.BR, com a indicação do local de compra", completa o ministério.
LISTA DE MARCAS PROIBIDAS
Grego Santorini (Todos os lotes)
La Ventosa (Todos os lotes)
Alonso (Todos os lotes)
Quintas D’Oliveira (Todos os lotes)
Olivas Del Tango (Lote 24014)
Vila Real (Lotes EV07095VR; 03559; VR04191; VR04234; VR04245; VR4257; EV07100; EV07111; EV07139; EV07145)
Quinta de Aveiro (Lote 272/08/2023)
Vincenzo (Lote 19227)
Don Alejandro (Lote 19224)
Almazara (Todos os lotes)
Escarpas das Oliveiras (Todos os lotes) e
Garcia Torres (Lote 24013).
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
João Roma
"A lei não pode ter lado político".
Disse o presidente estadual do PL na Bahia e pré-candidato ao Senado Federal pelo estado, João Roma, utilizou as redes sociais nesta sexta-feira (19) para comentar a operação de busca e apreensão realizada pela Polícia Federal (PF), com autorização do Supremo Tribunal Federal (STF), que teve como um dos alvos o senador Jaques Wagner (PT), líder do governo no Senado.