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aviacao experimental
O céu é o limite para um morador de Capim Grosso, cidade da Bacia do Jacuípe. É que Antônio de Matos, de 40 anos, pretende levantar voo em um helicóptero feito por ele mesmo. O veículo movido a motor de Fusca já tem a estrutura, feita de ferro, fibra, parafuso de aço, “leve, redondo e resistente”, como diz Matos, adiantado e está na fase de acabamento.
O projeto foi acalentado por um sonho de infância e saiu do papel, ou melhor, do desejo, há coisa de cinco anos. Nos últimos dez meses, o trabalho se intensificou. “Eu sempre sonhei em voar. Como não tinha dinheiro, resolvi fazer o meu mesmo”, disse Antônio de Matos ao Bahia Notícias.
Pelos cálculos do inventor, que trabalha de pedreiro, o projeto já consumiu em torno de R$ 28 mil. E ele faz tudo sem patrocínio. “Só eu e Deus, trabalhando de dia e noite”, diz. Quando levantar voo, Antônio quer que a aeronave chegue a cinco mil pés, o equivalente a pouco mais de 1,5 mil metros de altitude.
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O helicóptero desenvolvido por ele tem cerca de quatro metros de altura com quase um metro de largura e cabe apenas uma pessoa, o piloto. Aeronaves experimentais não podem sobrevoar áreas com muitas habitações nem exercer atividades comerciais.

Foto: Reprodução / Blog do Ril de Beto
Mesmo com atuação na aviação experimental, a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) não fiscaliza equipamentos como o feito por Antônio de Matos. Ao ser questionado, se o veículo é seguro, o inventor disse que confia nas experiências de colegas do ramo, como os feitos por um grupo de também amadores da aviação da cidade de João Dias, no Rio Grande do Norte (RN).
“Gosto muito do trabalho deles que são verdadeiros artistas. E eles são regularizados e fazem os voos com segurança mesmo”, afirmou. A data do voo de helicóptero ainda não tem data definida. “Eu não sei o dia ainda não. Eu só vou fazer quando eu sentir que vai estar seguro mesmo”, completou.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Janja da Silva
"Hoje estabelecemos um marco para a sociedade brasileira, representada pelos três poderes, aqui presentes. Todos assumiram o compromisso e a responsabilidade de tornar a nossa sociedade um lugar em que as mulheres possam viver em paz. Queremos ser respeitadas, queremos ser amadas, queremos ser livres, queremos nos manter vivas".
Disse a primeira-dama Janja Silva em um discurso emocionado e com direito a lágrimas, ao abrir a solenidade de lançamento do Pacto Brasil de Enfrentamento ao Feminicídio. A iniciativa do governo Lula, chamada de “Todos por Todas”, busca unir os três poderes em ações coordenadas para prevenir a violência letal contra meninas e mulheres no país.