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O brasileiro Rafael Câmara afirmou que tem boas chances de participar de uma sessão de treino livre da Fórmula 1 durante o Grande Prêmio de São Paulo, marcado para novembro. O piloto de 21 anos, confirmado pela Haas para a temporada de 2027, espera ter a oportunidade de guiar um carro da categoria diante da torcida brasileira antes de estrear oficialmente no grid.
A possibilidade foi comentada pelo pernambucano durante uma entrevista coletiva realizada na última quinta-feira (15). Apesar da expectativa, Câmara ressaltou que a decisão depende da equipe e ainda não está confirmada.
“É claro que isso não sou eu que decido, mas acho que tem boas chances. Como falei no começo do ano, esse ano eu teria a possibilidade de fazer um treino livre, então é esperar para ver o que vai acontecer e eu espero que tenha”, afirmou.
ESTREIA NA F1 EM 2027
Câmara foi anunciado pela Haas na última quarta-feira (14) e disputará a temporada de 2027 ao lado do britânico Oliver Bearman. O brasileiro assinou um contrato plurianual com a equipe norte-americana e será o próximo representante do país no grid da principal categoria do automobilismo mundial.
Integrante da Academia de Jovens Pilotos da Ferrari desde 2021, o pernambucano construiu sua trajetória nas categorias de base até chegar à Fórmula 2. Em 2025, conquistou o título da Fórmula 3, com quatro vitórias e cinco pole positions.
Antes da confirmação na Haas, Câmara já havia pilotado carros da Ferrari em duas oportunidades neste ano. O brasileiro guiou o SF-25, modelo utilizado pela escuderia italiana em 2025, e destacou que a experiência ajudou a compreender as diferenças entre um carro de Fórmula 1 e um de Fórmula 2.
A participação em Interlagos também é uma possibilidade porque as equipes precisam cumprir sessões de treinos livres com pilotos novatos ao longo da temporada. O GP de São Paulo de 2026 será realizado entre os dias 6 e 8 de novembro, no Autódromo de Interlagos.
Dois carros históricos do automobilismo brasileiro, pilotados por Ayrton Senna e Emerson Fittipaldi, serão leiloados nos dias 24 e 25 de abril, em Mônaco, com valores que podem chegar a cifras milionárias.
Entre os destaques do leilão organizado pela RM Sotheby’s está a Toleman TG183B, utilizada por Senna em sua temporada de estreia na Fórmula 1, em 1984. O modelo pode alcançar até 3,8 milhões de euros (cerca de R$ 23,1 milhões).
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Foto: Divulgação
Foi com esse carro que o tricampeão mundial disputou suas primeiras corridas na categoria. Senna chegou a estrear em casa, no GP do Brasil, mas abandonou a prova por falha mecânica. Com a Toleman, ele completou apenas duas corridas, ambas com sexto lugar — na África do Sul e na Bélgica — conquistando seus primeiros pontos na Fórmula 1.
O monoposto, projetado por Rory Byrne, utilizava motor Hart na época. Atualmente, conta com uma unidade parcialmente recondicionada. Byrne ficaria conhecido anos depois pelo trabalho vitorioso com a Ferrari de Michael Schumacher.
Outro modelo em destaque é o Copersucar F6A, ligado à trajetória de Emerson Fittipaldi. O carro pode ser vendido por até 700 mil euros (cerca de R$ 4,2 milhões). Projetado por Ralph Bellamy e equipado com motor Ford Cosworth, o modelo integrou a equipe brasileira Copersucar, fundada por Emerson e seu irmão, Wilson Fittipaldi Jr.
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Foto: Divulgação
O chassi disponível no leilão foi utilizado pelo piloto Alex Dias Ribeiro, embora não tenha se classificado para GPs do Canadá e dos Estados Unidos. Fittipaldi, no entanto, afirmou ter guiado o carro em testes e chegou a autografar o veículo.
A Copersucar marcou época como a única equipe brasileira na história da Fórmula 1, competindo entre 1975 e 1982. Emerson Fittipaldi foi o piloto com mais participações pela escuderia, com 60 corridas e 32 pontos conquistados. O melhor resultado da equipe foi um segundo lugar no GP do Brasil de 1978, em Jacarepaguá.
Além dos carros brasileiros, o leilão também inclui modelos históricos como a Ferrari 313 T3 de Gilles Villeneuve, de 1978, e a Ferrari 642 de Alain Prost, utilizada no início da temporada de 1991.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Valdemar Costa Neto
"Não gostei".
Disse o presidente nacional do Partido Liberal, Valdemar Costa Neto ao comentar a carta divulgada por Flávio Bolsonaro (PL), candidato derrotado à Presidência nesta quarta-feira (28). No pronunciamento, Flávio afirma que pretende liderar a oposição brasileira do exterior.