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O presidente da Federação Nacional das Autoescolas do Brasil (Feneauto), Ygor Valença, reagiu à decisão do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), que autorizou a abertura de consulta pública para discutir o fim da obrigatoriedade de autoescola na formação de condutores. Em vídeo publicado nas redes sociais nesta quinta-feira (2), Valença afirmou que o setor não foi ouvido para a decisão.
Segundo Valença, a medida surpreendeu novamente o setor, que já vinha acompanhando as declarações do ministro dos Transportes, Renan Filho, desde julho. “Completados hoje, 60 dias que o setor foi pego de surpresa, com declarações do ministro de que iria facultar a obrigatoriedade da autoescola, hoje mais uma vez foi pego de surpresa, porque amanhã será colocada uma consulta pública aonde se faculta a educação do trânsito no Brasil”, afirmou.
O dirigente disse que havia um entendimento de que qualquer mudança passaria por debate no Congresso Nacional, a partir de compromissos firmados com parlamentares e integrantes do governo. “Estivemos com a ministra Gleisi Hoffmann, com o deputado Lindbergh Farias, com o deputado José Guimarães, com vários parlamentares, tanto na audiência pública, como na comissão geral, como na CVT. O compromisso foi que esse texto deveria passar pelos parlamentares para que o impacto fosse viável”, relatou.
Valença também cobrou uma posição clara do governo federal e criticou o que chamou de falta de diálogo.
“Nós temos uma carta compromisso com Gleisi Hoffmann, temos compromisso com Lindbergh, com José Guimarães, com todo o parlamento, tanto da esquerda como da direita, de que isso não passaria sem ampla discussão. A classe não foi ouvida, a gente não vai aceitar uma postura dessa. E presidente Lula, se isso partir do senhor, o senhor vai ver a força do nosso setor e o senhor vai ver o quanto a sua decisão foi errada”, concluiu. (Atualizado às 16h10 de 17/10/2025)
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Flávio Bolsonaro
"Lula vai ficar do lado de criminosos?"
Disse o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) ao fazer duras críticas à atuação do presidente Luiz Inácio Lula da Silva na área da segurança pública. Flávio, pré-candidato do PL a presidente nas eleições de outubro, citou o projeto de lei antifacção, aprovado pelo Congresso Nacional em fevereiro e que ainda não foi sancionado por Lula.