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autistas brasil
A Associação Nacional para Inclusão das Pessoas Autistas (Autistas Brasil) repudiou as declarações do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, que associou o nascimento de crianças com autismo ao uso de analgésicos e antitérmicos à base de paracetamol pelas mães no período de gravidez.Segundo a Agência Brasil, as falas do americano foram feitas sem estudos ou pesquisas científicas.
Por meio de nota, o vice-presidente da Autistas Brasil, Arthur Ataide Ferreira Garcia, reafirmou que “até o momento, não há ensaios clínicos randomizados, metanálises robustas ou grandes estudos populacionais que apontem uma relação real” na relação do medicamento e de casos de autismo.
Segundo Garcia, a declaração de Trump seria “uma estratégia deliberada de transformar nossa condição [de autista] em um mal a ser combatido, uma cruzada capacitista em nome de um mundo supostamente mais normal.”
Além da entidade, a Organização Mundial da Saúde e outras agências de saúde da União Europeia e do Reino Unido, também negaram a possibilidade de uma possível relação entre o medicamento e o autismo.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Luiz Inácio Lula da Silva
"Eu fiquei triste, porque ele não foi derrotado por incompetência jurídica, porque ele é um dos melhores advogados desse país, ele foi derrotado por uma questão simplesmente política. E o que vai acontecer? Eu vou mandar o Messias outra vez. Por respeito à função presidencial, sou eu que indico".
Disse o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) ao confirmar que vai enviar ao Senado o nome do advogado-geral da União, Jorge Messias, para a vaga do Supremo Tribunal Federal (STF). O AGU teve sua primeira indicação rejeitada no Senado no último dia 29 de abril.