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auschwitz
Responsável por hits como 'O Poder Está na Tcheca', 'Chuva de Perereca', 'Balança o Rabinho', 'Vaza Canhão' e 'Não Me Chame de Novinho', o cantor Robyssão surpreendeu o público ao lançar uma faixa dedicada ao maior complexo de campos de concentração e extermínio durante a Segunda Guerra Mundial, Auschwitz.
O que era para ser uma viagem de férias para o pagodeiro, se tornou inspiração para a canção que foi compartilhada nesta quarta-feira (2) no Instagram.
Antes de apresentar a faixa, Robyssão explicou como ela surgiu: "Essa música me emociona muito, porque, eu realmente fui nas minhas férias para Lisboa, em Portugal e aí de lá eu conheci a Grécia, a Itália, fui para Ibiza na Espanha, aí queria ir ou para Lituania, ou Polônia ou Rússia, aí eu decidi ir pra Polônia, quando eu cheguei na Polônia eu fiquei muito triste em um lugar chamado Auschwitz, e essa é a música."
Ao longo da faixa, Robyssão cita o caminho feito por ele durante a Eurotrip e a pesquisa que fez após conhecer Auschwitz. Em um dos trechos, o artista cita todos os grupos que sofreram nos campos de concentração e afirma que estar no local deu crise de ansiedade nele.
A música também foge do pagodão e pagofunk feito por Robyssão e segue um estilo de samba-reggae, o que rendeu comparações com o Olodum.
Nos comentários, o público parabenizou Robyssão pela canção. "Que canetada! Robyssao tmb é história", escreveu um internauta. "Podem falar o que quiser: TIO ROBY, É 8 OU 80!", disse outro. "Música top mano já pensou na voz de Narcizinho?", sugeriu mais um.
O artista, que chegou a revelar ao Bahia Notícias se inspirar em Arthur Schopenhauer para escrever suas canções, no início do ano afirmou que vem apostando em um repertório mais clean para se encaixar no mercado fonográfico.
“Eu aprendi, hoje minhas músicas são muito mais limpas. Aprendi que, com o passar do tempo, a gente vai entendendo que tem certas letras que não cabem mais no mercado fonográfico, no cenário, porque terminam ofendendo”, conta Robyssão.
Ao BN, Robyssão fez questão de frisar que suas músicas nunca foram feitas com intuito de ofender, apenas para entreter.
“Eu nunca fiz música para ofender, sempre num tom de brincadeira. Mas a vida é um aprendizado, e eu aprendi que tem algumas músicas que não são mais legais, então hoje eu filtrei bastante o meu repertório. Meu repertório hoje é quase o Roberto Carlos”, disse aos risos.
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“Acha que segunda já tenho que estar fora?”
DIsse o ex-dono do banco Master, Daniel Vorcaro ao trocar mensagens com o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF) a respeito da possibilidade de a Polícia Federal (PF) deflagrar uma operação que teria o ex-banqueiro como alvo.