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augustin lozano
O presidente da Federação Peruana de Futebol (FPF), Agustín Lozano, foi preso nesta quinta-feira (7), suspeito de envolvimento em um esquema de fraude administrativa, corrupção e lavagem de dinheiro. A imprensa peruana revelou que Lozano estaria ligado à organização criminosa “Los Galácticos” e é acusado de ser o líder do grupo.
“Só quero pedir paz de espírito à minha família e às pessoas que confiam em mim e espero que a justiça seja feita”, comentou Lozano, no momento da prisão.
O dirigente enfrenta uma detenção preliminar de 15 dias enquanto o Ministério Público do Peru investiga desvios de fundos da FPF, o favorecimento de alguns clubes e a venda de ingressos para as Eliminatórias da Copa de 2022.
De acordo com as autoridades, a investigação se estende há mais de um ano e meio, e há “evidências sólidas” contra Lozano, que pode ser condenado a até 20 anos de prisão, segundo o coordenador da Promotoria do Crime Organizado, Jorge Chávez Cotrina.
A operação, que contou com mais de 300 oficiais, se estendeu por várias cidades, incluindo Lima, Tubes, Piura e Huánuco. Além de Lozano, o presidente do Sporting Cristal, Joel Raffo, foi detido, e ao todo 12 pessoas foram presas.
A Seleção Peruana ainda não se manifestou sobre o caso oficialmente. Vale lembrar que o Peru enfrenta Chile e Argentina nas Eliminatórias para a Copa de 2026 neste mês, está na vice-lanterna com apenas seis pontos em 10 jogos.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Janja da Silva
"Hoje estabelecemos um marco para a sociedade brasileira, representada pelos três poderes, aqui presentes. Todos assumiram o compromisso e a responsabilidade de tornar a nossa sociedade um lugar em que as mulheres possam viver em paz. Queremos ser respeitadas, queremos ser amadas, queremos ser livres, queremos nos manter vivas".
Disse a primeira-dama Janja Silva em um discurso emocionado e com direito a lágrimas, ao abrir a solenidade de lançamento do Pacto Brasil de Enfrentamento ao Feminicídio. A iniciativa do governo Lula, chamada de “Todos por Todas”, busca unir os três poderes em ações coordenadas para prevenir a violência letal contra meninas e mulheres no país.