Artigos
Entre a urgência do país e o vazio da oposição
Multimídia
Apesar de críticas, novo Sedur defende agilidade para avanços em Salvador
Entrevistas
Afonso Florence garante candidatura de Lula em 2026 e crava retorno ao Congresso: “Sou parlamentar”
auditores
O Sindicato dos Auditores Fiscais do Trabalho do Estado da Bahia (SAFITEBA) protocolou denúncia junto a Superintendência Regional do Trabalho (SRT-BA) e ao Ministério Público do Trabalho (MPT) contra a denúncia de demissão de mais de 500 médicos, em cinco hospitais da rede pública de saúde da Bahia.
Segundo a categoria, a prática é considerada irregular e os profissionais estão sendo pressionados a aceitar a rescisão de seus contratos regidos pela Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), e a recontratação compulsória como Pessoas Jurídicas (PJ's), processo conhecido como pejotização.
De acordo com a categoria, a conversão dos contratos para o modelo PJ é apontada como condição para a continuidade da prestação de serviços médicos.
O SAFITEBA afirmou que a prática é ilegal e resultar em severas perdas de direitos trabalhistas e previdenciários para os profissionais de saúde envolvidos, como férias, 13º salário, FGTS e contribuições previdenciárias, além de precarizar as relações de trabalho.
O sindicato requereu que os órgãos competentes apurem a denúncia com urgência e adotem as medidas necessárias para resguardar os direitos dos profissionais ameaçados. O pronunciamento chega após o Sindicato dos Médicos recorrer a liminar do Tribunal de Justiça da Bahia (TJ-BA) que declarava ilegal e abusivo o movimento iniciado pelo Sindicato dos Médicos do Estado da Bahia (Sindimed-BA).
Na ocasião, a Sesab indicou que o movimento liderado pelo Sindimed-BA utilizou uma "retórica alarmista" e estratégias de desinformação para simular um cenário de colapso nos serviços. A secretaria afirma que a liminar confirma que a ação do sindicato representa um risco inaceitável à saúde pública, sobretudo para pacientes internados e gestantes em situação de alto risco
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Bruno Monteiro
"É realmente uma questão que precisa se encontrar uma solução. Tanto do ponto de vista de se colocar limite, quanto na garantia de contratação dos artistas do forró da Bahia. É uma discussão que nós temos interesse".
Disse o secretário de Cultura do Estado da Bahia, Bruno Monteiro ao comentar a situação dos cachês milionários pagos aos cantores durante os festejos de São João. A declaração aconteceu em entrevista à Antena 1 nesta segunda-feira (9).