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Uma das principais organizações do terceiro setor da gestão hospitalar do Brasil, a Associação Saúde em Movimento (ASM), acumula cerca de processos trabalhistas por conta de atrasos de salários de funcionários. A entidade também é apontada por fraudes, superfaturamentos e inadimplências em unidades de saúde do país.
Segundo o site VeroNoticiais, em meio às ações judiciais, o CEO da empresa, Cláudio Vitti mantêm um padrão de luxo na organização, que não seria compatível com seus rendimentos formais.
De acordo com a publicação, Vitti e sua família seriam responsáveis por operar uma estrutura financeira com diversas faces. Relatórios indicaram que eles seriam responsáveis por triangulação ilegal de repasses públicos e teriam burlado ferramentas estruturadas para possível evasão fiscal. O grupo foi apontado ainda por “confusão patrimonial”, que ocorre quando não há separação clara entre os bens e recursos da empresa e os dos sócios.
A ASM ainda seria responsável por utilizar sua rede composta por organizações menores, onde empresas do grupo seriam utilizadas como CNPJs "laranjas". Isso possibilitaria que a ASM continuasse participando e ganhando licitações públicas onde estariam proibidas de disputar por força de bloqueios judiciais.
INVESTIGAÇÕES POR FRAUDES E INADIMPLÊNCIAS EM ESTADOS DO BRASIL
A empresa ainda foi apontada por um histórico de inadimplência em diversos estados brasileiros. No Rio de Janeiro, a ASM é alvo de Ação Civil Pública de R$370 milhões, onde foi apontada por possível uso de atestada de capacidade técnica falsa.
Em outros, a exemplo do Distrito Federal e Tocantins, a organização chegou a ter seus contratos e atividades suspensas. Em Brasília, auditorias do Tribunal de Contas encontraram indícios de superfaturamento e serviços não executados em hospitais de campanha durante a pandemia de covid-19, em 2020. Os valores chegaram a R$ 34 milhões.
Já no Rio Grande do Sul e no Mato Grosso, foram identificados também atrasos, subcontratações e questionamentos de irregularidades fiscais em unidades de saúde administradas por eles.

O Aeroporto Internacional de Porto Seguro, no extremo sul do estado, registrou intensa movimentação e transtornos para os usuários na tarde deste sábado (27). O problema teve início após o atraso de um voo que estava previsto para pousar às 10h, mas que só aterrissou por volta das 14h.
As informações são do site 1500notícias. Devido ao atraso da aeronave, os passageiros que aguardavam o embarque no terminal não puderam seguir viagem no horário originalmente programado. O contratempo provocou um efeito cascata que acabou impactando e atrasando diversos outros voos ao longo do dia.
Como consequência direta do congestionamento de voos, várias pessoas permaneceram retidas nas áreas de embarque e de espera do aeroporto por horas. A situação resultou em superlotação do terminal, formação de longas filas e dificuldades generalizadas de circulação interna.
Até o momento, não foram divulgadas informações oficiais detalhando o motivo do atraso inicial do voo, tampouco a previsão exata de normalização completa das operações do aeroporto. Os usuários afetados relataram lentidão no atendimento de suporte pelas companhias e incertezas em relação aos novos horários de partida.
Passageiros do transporte público que utilizam o Transbordo Central relataram espera por coletivos das empresas São João e Rosa desde as primeiras horas da manhã desta terça-feira (17). Os relatos indicam intervalos de espera que ultrapassaram 60 minutos em diferentes linhas.
Segundo os usuários presentes no terminal ao Acorda Cidade, parceiro do Bahia Notícias, o fluxo de veículos não atendeu ao horário previsto para o início da jornada de trabalho.
- Elisângela Santos de Souza: Relatou chegada ao ponto às 6h. Até às 7h30, o veículo da empresa São João com destino à Avenida Getúlio Vargas não havia passado.
- Anderson Santos: O passageiro afirmou estar no local desde as 5h40, sem a passagem do transporte para o seu destino até o momento do registro da informação.
- Márcia Cristina e Joilma Cunha: Usuárias com horários de entrada previstos para as 7h e 7h30, respectivamente, também confirmaram a ausência de veículos nos horários habituais.
Trabalhadores que atuam na região da BR-324 e moradores da zona rural, como o distrito de Tiquaruçu, também compuseram o grupo que aguardava o transporte no terminal. Relatos colhidos no local indicam que a situação de lotação e atrasos ocorre de forma frequente, com passageiros afirmando a necessidade de iniciar o deslocamento às 4h50 para cumprir horários às 8h.
O Atlético-MG foi alvo de notificações extrajudiciais nesta terça-feira (22) por parte dos jogadores Gabriel Menino, Igor Gomes e Júnior Santos, que cobram o clube por pendências relacionadas ao pagamento de direitos de imagem e premiações. A informação foi divulgada inicialmente pelo jornalista Heverton Guimarães.
Além do trio, o atacante Rony também acionou o clube na Justiça e solicitou a rescisão de contrato. Segundo o jornalista Guilherme Frossard, o jogador cobra não apenas direitos de imagem e premiações, mas também luvas e comissões destinadas a seus representantes.
O clube mineiro enfrenta dificuldades financeiras nos últimos meses, com atrasos recorrentes em salários e repasses de prêmios aos atletas, incluindo valores referentes à conquista do Campeonato Mineiro.
Gustavo Scarpa também foi um dos atletas que notificou o Galo judicialmente, mas diferente de Rony, o camisa 10 não solicitou a quebra do vínculo contratual, apesar de também ter recorrido ao Judiciário para cobrar os débitos. O Atlético-MG ainda não se pronunciou oficialmente sobre as cobranças.
Com o risco de um apagão no setor por conta de atrasos na aprovação final de projetos pela Secretaria Especial da Cultura (saiba mais), artistas e produtores têm denunciado a ineficiência do governo federal e até recorrido à Justiça para que as políticas culturais sejam implementadas.
Diante das críticas, o deputado Eduardo Bolsonaro, filho do presidente Jair Bolsonaro, alegou que os atrasos se dão para moralizar a gestão e chegou a dizer que a nomeação de um policial para a Secretaria Nacional de Incentivo e Fomento à Cultura ocorreu porque a “sacanagem” era “caso era de polícia”.
“Não há outra palavra: sacanagem. Era isso que rolava no Min. Cultura, através de leis como a Rouanet. Aos amigos do rei tudo, quem não se dobrasse à esquerda nada!”, escreveu Eduardo, em suas redes sociais. “O caso era de polícia e para tanto Mário Frias nomeou para esta secretaria o Capitão da PM-BA, André Porciuncula, que não poderia tomar outras atitudes que não as de fechar as torneiras do dinheiro público sem controle, convocar uma auditoria com a orientação do TCU e ver quem é quem nesse jogo. Se assim não o fizesse, seria ele próprio condenado pela continuidade da sacanagem - alguém duvida?”, afirmou.
“A sacanagem que precisa acabar e a pandemia, é que, de maneira proba, foi equilibrado o fluxo de aprovação das novas propostas culturais à capacidade operacional do órgão de auditar as contas prestadas. Porém, muitos agora tentam acessar a Justiça, até mesmo com ajuda da OAB, para forçar a liberação, sem qualquer controle, de mais de R$ 700 milhões SÓ ESTE MÊS, num ato que pode abrir um precedente perigosíssimo para outras categorias e acentuar ainda mais a crise econômica do país”, declarou o filho do presidente.
A classe, no entanto, defende que até 2018 os trâmites eram mais fáceis, pois havia técnicos especializados no governo para dar encaminhamento no processo. Produtores denunciam atrasos de meses para projetos mudarem de status no sistema, pedidos de informação repetidos e sem sentido, além de arquivamento arbitrário de propostas por parte dos servidores da secretaria.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Gabriel Galípolo
"Esse é um tipo de comportamento que não é desejável, que deve ser coibido e inibido pelos reguladores e pela gente, por isso que a gente vem trabalhando muito com o FGC, numa sucessão de medidas".
Disse o presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo ao criticar a pressão de instituições não bancárias para usar o Fundo Garantidor de Crédito (FGC) na captação de varejo.