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atraso de salario
O atacante Memphis Depay não compareceu ao treino do Corinthians na última quarta-feira (9), no CT Joaquim Grava. A ausência ocorreu sem justificativa formal por parte do jogador, conforme publicou inicialmente o jornalista Pedro Ramiro. O episódio aconteceu em meio a uma recente polêmica envolvendo o atraso no pagamento dos salários do elenco alvinegro.
O Corinthians enfrentou um problema de fluxo de caixa e não conseguiu realizar os pagamentos previstos para a última segunda-feira (7). No entanto, a pendência foi resolvida já na terça (8), com apenas um dia de atraso. Apesar da regularização, a situação evidenciou mais uma vez a fragilidade financeira do clube.
Um dos fatores de maior atrito nos bastidores está ligado à premiação do Campeonato Paulista. Dos R$ 5 milhões recebidos pelo clube como bonificação, R$ 4.725.603,00 haviam sido prometidos contratualmente ao atacante holandês. A quantia deveria ser um incentivo pelo desempenho na competição, mas acabou se tornando mais uma dor de cabeça diante do cenário financeiro instável.
A diretoria do Corinthians chegou a tentar antecipar receitas para cobrir os compromissos com o elenco. No entanto, foi informada de que os valores já haviam sido adiantados anteriormente, ainda durante a gestão de Augusto Melo, ex-presidente do clube.
Internamente, o atraso nos pagamentos não foi uma surpresa para todos. Na semana passada, o atual presidente Osmar Stábile já havia comunicado o gerente de futebol, Fabinho Soldado, sobre a possibilidade de atraso nos vencimentos.
O Corinthians volta a campo no próximo domingo (13), às 19h (de Brasília), contra o Red Bull Bragantino, na Neo Química Arena, em duelo válido pelo Campeonato Brasileiro. A presença de Depay, no entanto, ainda é incerta após o episódio.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
João Roma
"A lei não pode ter lado político".
Disse o presidente estadual do PL na Bahia e pré-candidato ao Senado Federal pelo estado, João Roma, utilizou as redes sociais nesta sexta-feira (19) para comentar a operação de busca e apreensão realizada pela Polícia Federal (PF), com autorização do Supremo Tribunal Federal (STF), que teve como um dos alvos o senador Jaques Wagner (PT), líder do governo no Senado.