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O jogador de futebol amador Carlos Eduardo França Carmo, de 20 anos, morreu após um acidente de motocicleta registrado na noite da última segunda-feira (20), no bairro Miguel Velho, em Alagoinhas, no agreste baiano.
Segundo o Alagonews, parceiro do Bahia Notícias, o jovem conduzia uma motocicleta quando colidiu contra um cavalo que estava na pista. Ainda segundo informações, no momento do acidente, chovia e o trecho apresentava baixa iluminação. O site também informou que Carlos Eduardo seguia para casa dele após deixar a namorada na casa da mãe dela.
Equipes do Samu foram acionadas e encontraram a vítima em parada cardiorrespiratória. Os socorristas realizaram manobras de reanimação, mas o jovem não resistiu aos ferimentos e morreu no local.
Conhecido no futebol amador da região, Carlos Eduardo atuava por equipes de Alagoinhas e de municípios vizinhos. A morte do atleta provocou comoção, e clubes, amigos e familiares prestaram homenagens nas redes sociais.
O corpo do jovem foi velado no bairro Miguel Velho, com o sepultamento realizado na tarde desta terça-feira (21) no Cemitério Praça da Saudade, em Alagoinhas.
Durante um baile funk realizado em Queimados, na Baixada Fluminense, o jogador de futebol amador, Kauan Galdino Florêncio Pereira foi baleado na noite de Réveillon. Com informação confirmada pelo Hospital Geral de Nova Iguaçu, o jovem de 18 anos tece morte cerebral na tarde desta terça-feira (3).
O jogador foi baleado depois de pisar acidentalmente no pé de um traficante na região da comunidade de Saõ Simão. O apelido do traficante foi identificado como De Ferro” ou “Testa de Ferro”.
Kauan foi levado para uma espécie de tribunal do crime após o pisão. No local, o atleta recebeu dois tiros, sendo um deles na cabeça.
A polícia, até então, iniciou investigações sobre o caso e está apurando se o traficante foi morto depois da repercussão da morte do atleta.
Amante da corrida, o pedreiro Geovane Reis Rabelo, de 49 anos, realizou um sonho de superação. Segundo o site Acorda Cidade, parceiro do Bahia Notícias, ele percorreu de Mundo Novo, cidade em que nasceu, até Feira de Santana, onde mora há 10 anos, cerca de 200 km em 30 horas.
"Eu saí lá do povoado chamado Cobé, em Mundo Novo, e vim aqui para Feira. Eu saí de lá era por volta de 2h da manhã de sexta-feira, passei a madrugada inteira correndo, o dia todo e com um carro me dando apoio. Neste trajeto eu me alimentei de frutas, cereais, tomando água e sem parar. Este carro da prefeitura de Mundo Novo me deu o suporte até Ipirá, e de lá até aqui, outro carro veio me dando o suporte já com os meus amigos. Cheguei aqui em Feira já no sábado por volta das 8h da manhã. Isso já era um sonho de fazer, e graças a Deus eu consegui realizar, tanto que quando cheguei aqui só foi emoção", contou em entrevista ao Acorda Cidade.
Atleta amador, Geovane seguiu um treinamento rígido para conseguir realizar o feito. A rotina do pedreiro inclui também preparação física em academia.
"Eu já venho treinando há um bom tempo, eu já fazia percursos indo lá para Anguera, Coração de Maria, Santa Bárbara, Pé de Serra, tinha que subir aquele morro, voltava, fazia os treinos aqui mesmo na cidade, dei cerca de três voltas no Anel de Contorno e não tive medo para enfrentar essa maratona. Eu treino pela manhã, pela tarde e aos finais de semana", falou.

Foto: Arquivo Pessoal
Geovane já percorreu por outras cidades fora da Bahia, como em Aracaju e Pernambuco.
"Eu já fiz várias viagens para Caruaru, Garanhuns, Aracaju e graças a Deus, as dificuldades encontradas assim na beira da estrada, é quando tem chuva, mas posso dizer que já venci. Eu lembro que a primeira cidade que corri, foi para Miguel Calmon, foi uma corrida oficial, na época eu me inscrevi, eu tive o incentivo de alguns colegas e estou nesta batalha até hoje", disse.
Geovane já mira outros desafios e competições. No próximo domingo (27), ele vai participar de uma prova em Feira de Santana. A agenda do atleta ainda inclui disputas em Salvador, Morro do Chapéu e Mucugê entre os meses de setembro e outubro.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
André Viana
"Quando você tem o monitoramento nos parlatórios, onde não é possível efetuar essa difusão de tratativas, determinações por parte da liderança para o mundo aqui fora, você traz o isolamento para o crime e nos ajuda por demais no enfrentamento à criminalidade".
Disse o delegado-geral da Polícia Civil da Bahia (PC-BA), André Viana ao defender a ampliação do monitoramento nos parlatórios dos presídios de segurança máxima do estado. Em entrevista ao programa Bahia Notícias no Ar, da rádio Antena 1 Salvador, nesta sexta-feira (18), o delegado afirmou que a medida ajudaria a bloquear a comunicação entre detentos e integrantes de organizações criminosas do lado de fora das unidades prisionais.