Artigos
Jabuti não sobe em árvore
Multimídia
Cezar Leite afirma que título a Flávio Bolsonaro sofreu ataques por causa das eleições
Entrevistas
Entrevista Exclusiva: Ministra Rachel Barros detalha ações do MIR para a população negra
ativista brasileiro
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) afirmou, nesta terça-feira (5), que a prisão do ativista brasileiro Thiago Ávila, detido por forças israelenses, é injustificável e deve ser condenada internacionalmente.
Ávila foi preso no último dia 30 de abril enquanto participava da Flotilha Global Sumud, interceptada em águas internacionais durante missão com destino à Faixa de Gaza.
Para Lula, a ação representa uma violação grave. “A detenção dos ativistas da flotilha em águas internacionais já havia representado uma séria afronta ao direito internacional”, declarou.
O presidente brasileiro também defendeu a soltura imediata dos envolvidos e garantias de segurança. “Por isso, nosso governo, juntamente com o da Espanha, exige que eles recebam plena garantia de segurança e sejam imediatamente soltos”, afirmou.
CONFIRA O COMUNICADO:
Manter a prisão do cidadão brasileiro Thiago Ávila, integrante da flotilha “Global Sumud”, é uma ação injustificável do governo de Israel, causa grande preocupação e deve ser condenada por todos. A detenção dos ativistas da flotilha em águas internacionais já havia representado…
— Lula (@LulaOficial) May 5, 2026
Além do brasileiro, o ativista espanhol Saif Abu Keshek também foi detido. Os ativistas integravam um grupo internacional que tentava romper o bloqueio à Faixa de Gaza por meio da entrega de ajuda humanitária. A flotilha havia partido de Barcelona no dia 12 de abril.
A prisão preventiva de Ávila e Abu Keshek, que seria encerrada nesta semana, foi prorrogada novamente e deve seguir até o próximo domingo (10).
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Valdemar Costa Neto
"Não gostei".
Disse o presidente nacional do Partido Liberal, Valdemar Costa Neto ao comentar a carta divulgada por Flávio Bolsonaro (PL), candidato derrotado à Presidência nesta quarta-feira (28). No pronunciamento, Flávio afirma que pretende liderar a oposição brasileira do exterior.