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atentado ao onibus do fortaleza 2024
Os sete indivíduos que tinham suspeita de participação no ataque ao ônibus do Fortaleza, no dia 22 de fevereiro, foram soltos, segundo informações obtidas nesta terça-feira (21). A Polícia Civil de Pernambuco confirmou o caso.
Os suspeitos pelo atentado que deixou três atletas feridos ficaram temporáriamente presos, de forma inicial, por 30 dias. A Polícia Civil confirma que a investigação foi concluida e o inquérito policial que foi encaminhado ao MPPE (Ministério Público de Pernambuco), solicitou a prisão preventiva de todos os envolvidos.
O ministério também solicitou à justiça uma prisão preventiva pelos crimes de tentativa de homicídio, associação criminosa e provocação de tumulto para todos os suspeitos.
Confira a nota emitida pela Polícia Civil de Pernambuco:
"A Polícia Civil de Pernambuco, por meio da Delegacia de Repressão à Intolerância Esportiva, informa que a investigação solicitou, dentro da Operação de Repressão Qualificada Hooligans, a prisão temporária por 30 dias que foi prorrogada por mais 30 dias, resultando em 60 dias de prisão temporária. No total , foram sete pessoas presas, estando duas ainda foragidas. A investigação foi concluída e o Inquérito Policial encaminhado ao Ministério Público de Pernambuco com a solicitação de prisão preventiva para todos. O MPPE encaminhou a denúncia ao Judiciário solicitando também a prisão preventiva por tentativa de homicídio, associação criminosa, provocação de tumulto em desfavor de todos os envolvidos"
O Fortaleza volta a atuar pela Copa do Nordeste, após o susto, na partida contra o Sport, na Arena de Pernambuco, no próximo domingo (26) em partida válida pela semifinal da Copa do Nordeste. O crime à delegação do Leão da Pici ocorreu após um jogo no mesmo estádio, que fica localizado na RMS de Recife.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Ricardo Alban
"A entrada de importações de até 50 dólares sem tributação é o mesmo que financiar a indústria de países como a China, principal exportador de produtos de baixo valor para o Brasil, especialmente no setor têxtil. O prejuízo é direto a quem fabrica e comercializa em território brasileiro".
Disse o presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Ricardo Alban ao comentar a aprovação da medida provisória 1357/2026, que revogou a chamada “taxa das blusinhas”. Segundo Alban, a medida representa um retrocesso econômico, cria uma condição de desigualdade para o setor produtivo brasileiro e pode colocar em risco mais de 100 mil empregos.