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Eu ponho fé é na fé da moçada
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Fernando Haddad (PT) deve deixar o comando do Ministério da Fazenda nesta sexta-feira (20) para disputar o governo de São Paulo, mas não entrará imediatamente em clima de campanha.
De acordo com informações da coluna de Igor Gadelha, o ministro pretende se afastar por alguns dias para descansar com a família antes de iniciar as agendas pelo estado. A previsão é que esse período de pausa comece já na próxima semana.
O último compromisso oficial de Haddad à frente da pasta está marcado para esta quinta-feira (19), em São Paulo, em evento com a presença do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
A saída do cargo deve ser formalizada na sexta-feira (20), com publicação no Diário Oficial da União. A tendência é que, no mesmo dia, o atual secretário-executivo, Dario Durigan, seja efetivado como novo ministro.
Durigan é tratado dentro do governo como a principal aposta para dar continuidade à política econômica do terceiro mandato de Lula. A escolha também é vista como um movimento de estabilidade na equipe.
Advogado de formação, com graduação pela USP e mestrado pela UnB, ele construiu carreira voltada à gestão pública e à articulação institucional. Nos bastidores, é considerado um nome técnico, com forte capacidade de negociação e implementação de políticas.
O perfil foge do padrão mais tradicional da área econômica, já que não atuou diretamente no mercado financeiro, o que não é inédito no comando da pasta. Já ocuparam o posto nomes como Fernando Henrique Cardoso, sociólogo, e Antonio Palocci, médico.
A atriz Regina Duarte disse sim, nesta quarta-feira (29), para o convite feito pelo governo Jair Bolsonaro para que ocupe a Secretaria Especial da Cultura. Ela estava em um período de testes na pasta, o qual ela intitulou como um "noivado" com o executivo.
A decisão da nova responsável pela pasta aconteceu após uma reunião com o presidente no Palácio do Planalto, durante a tarde (veja aqui).
Como noticiou o Estadão, Regina passou pela Secretaria-Geral da Presidência para se informar sobre as formalidades para assumir o cargo público. Com o novo cargo, ela abdica de um contrato que tinha com a TV Globo, que se posicionou publicamente sobre a situação da atriz (reveja aqui).
Zivé Giudice, que em agosto do ano passado pediu demissão da diretoria do Museu de Arte Moderna da Bahia (MAM-BA), por conta de desentendimentos com o Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural (Ipac), voltou a ocupar o cargo, nesta quarta-feira (5). “A convite do Secretário de Cultura Jorge Portugal, estou voltando a dirigir o MAM. Amanhã [6 de julho] às 10h, iremos dar um abraço no MAM. Convido a todos que estimam o museu a aparecerem para esse gesto simbólico de amor ao MAM e à cultura da Bahia. Obrigado moçada”, escreveu o artista em suas redes sociais, nesta quarta (5).
“Zivé Giudice é a cara do Museu de Arte Moderna da Bahia. Houve um ruído, mas está superado e agora o MAM retoma o caminho iniciado da gestão. A volta de Zivé Giudice era um apelo da comunidade artística”, afirmou Portugal, referindo-se ao episódio em que o artista divergiu com o Ipac, que havia liberado a gravação do programa “Esquenta” (TV Globo) no local, sem sua autorização (clique aqui e relembre o caso). “O Ipac fez um gesto à revelia da minha orientação, desconsiderando a minha autoridade”, pontuou Zivé, à época, criticando ainda a “omissão” de Portugal.
Em nota, a assessoria de comunicação do órgão afirma que ao retomar a direção, Giudice dará seguimento aos programas governamentais no museu, incluindo a reforma pela qual o local passa. "Ficamos muito satisfeitos porque o MAM está em uma ótima fase, com três exposições gratuitas em cartaz, três importantes projetos musicais com artistas reconhecidos nacional e internacionalmente, e recorde nas Oficinas do MAM que tiveram procura de quase 3 mil pessoas no primeiro semestre", afirma o diretor geral do Ipac, João Carlos de Oliveira, que no ano passado foi chamado por Zivé de “sabotador”. A ex-diretora do MAM, Ana Liberato, assume agora a Chefia de Gabinete do Ipac, com a responsabilidade de aproximar o gabinete com os servidores, representantes da sociedade civil organizada e a população.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Sérgio Moro
"Se vamos adentrar na questão da Bahia, então vamos convocar o ministro Rui Costa e o governador Jerônimo Rodrigues, que deu continuidade a essa relação do governo baiano com o Master".
Disse o senador Sérgio Moro (União-PR) durante a CPI do Crime Organizado do Senado e debater as possíveis convocações para a comissão.