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Artigos

Paulo Avena
O mar como indústria: uma oportunidade para a Bahia
Foto: Divulgação

O mar como indústria: uma oportunidade para a Bahia

Quando pensamos na vocação econômica da Bahia, é impossível ignorar o mar. Temos mais de mil quilômetros de litoral, clima favorável durante praticamente todo o ano, uma baía totalmente navegável e uma relação histórica com a navegação. Poucos lugares no Brasil possuem condições tão favoráveis ao desenvolvimento da economia náutica.

Multimídia

“A política tem que voltar a conquistar as pessoas”, pede Grizenti sobre abstenção e votos nulos

“A política tem que voltar a conquistar as pessoas”, pede Grizenti sobre abstenção e votos nulos
Em entrevista concedida ao podcast Projeto Prisma, do portal Bahia Notícias, nesta segunda-feira (5), o cientista político Eduardo Grizenti avaliou o índice de abstenções e de votos brancos e nulos no primeiro turno das Eleições 2026, realizado neste domingo (4). Durante o programa, Grizenti argumentou que o debate sobre a obrigatoriedade do voto não é a questão central para explicar a ausência dos eleitores nas urnas.

Entrevistas

Entrevista Exclusiva: Ministra Rachel Barros detalha ações do MIR para a população negra

Entrevista Exclusiva: Ministra Rachel Barros detalha ações do MIR para a população negra
Nesta segunda-feira (10), a ministra da Igualdade Racial, Rachel Barros, esteve em Salvador para participar do Colóquio Internacional Cultura, Relações Exteriores, Desenvolvimento e Reparação. O evento, que acontece nas cidades de Salvador e Cachoeira, integra as celebrações pelos 25 anos de fundação do FENEBA e desdobra as discussões iniciadas no 9º Congresso Panafricano, sediado em Lomé, no Togo.

asoif

Estados Unidos podem perder Copa do Mundo de 2026 e Olimpíadas de 2028; entenda
Foto: Divulgação / FIFA / Los Angeles 2028

Os Estados Unidos podem realmente deixar de sediar a Copa do Mundo de 2026 e os Jogos Olímpicos de 2028? Vamos entender. Nos últimos dias, a entidade que reúne todas as federações internacionais olímpicas (Fifa, FIVB, World Athletics, etc) questionou, em carta divulgada, a capacidade dos Estados Unidos organizarem eventos seguros para todos os envolvidos.

 

O caso nada tem a ver com as invasões que aconteceram na Copa América de 2024, e sim com uma investigação criminal interna, conduzida em Miami, cidade nos EUA, que tem como alvo a Wada, Agência Mundial Antidoping.

 

Basicamente, dirigentes e/ou atletas podem ser presos assim que desembarcarem nos Estados Unidos para participar de um evento esportivo. Isso pode acontecer caso a justiça americana entenda que o país foi lesado em qualquer caso de doping. Até mesmo quando o sistema internacional que controla situações de doping entender que não houve.

 

"A Wada é estabelecida e reconhecida pelas autoridades públicas e pelo movimento esportivo como a autoridade suprema na luta contra o doping. Ela coordena regras e políticas antidoping em todos os esportes e países para garantir integridade e consistência", diz a carta da ASOIF.

 

Logo em seguida, na mesma carta, a ASOIF complementa, questionando a credibilidade dos EUA em sediar grandes competições esportivas.

 

"A investigação extraterritorial dos EUA levanta dúvidas sobre a segurança pessoal de atletas, autoridades esportivas e representantes de organizações esportivas internacionais e a confiança com a qual eles podem viajar para os EUA para competições e compromissos esportivos internacionais. A investigação pode levar as IFs a considerar os riscos de alocar futuros eventos internacionais para os EUA".

 

Em 2020, no início das denúncias dos casos de doping da Rússia, o Congresso dos EUA aprovou e o presidente Donald Trump sancionou uma lei que permite o país julgar, condenar e prender quem cometer doping em qualquer lugar do mundo em qualquer tipo de correlação com os Estados Unidos. Exemplo: caso um atleta brasileiro dispute uma competição contra um norte-americano, ele será investigado e, caso os EUA determinem que o brasileiro se dopou, ele será julgado e até poderá ser preso.

 

Atualmente, o FBI está investigando o suposto doping de 23 nadadores chineses antes dos Jogos de Tóquio 2020, que testaram positivo para a mesma substância e convenceram a agência antidoping da China que foram contaminados pela carne de um hotel onde estavam hospedados.

 

Nos EUA, a narrativa que prevaleceu no comitê da Câmara, com apoio de republicanos e democratas, é que a Wada pode ter feito vistas grossas para o doping dos chineses após receber maior financiamento da China (os EUA são, de longe, os maiores doadores da Wada).

 

Em carta divulgada, o Comitê Olímpico Internacional (COI) deu total respaldo ao relatório da WADA.

 

"Com base neste relatório, o COI reafirma sua total confiança na Wada e em sua liderança, que implementaram uma série de iniciativas que fortaleceram o sistema nos últimos anos", dizia o comunicado.

 

"O COI apela a todas as partes interessadas para que respeitem a autoridade suprema da Wada na luta contra o doping. Esse respeito forma a base sobre a qual a Wada foi fundada pelos governos do mundo e pelo Movimento Olímpico. Esse respeito é essencial para qualquer competição internacional justa", continuou o COI.

 

A ASOIF finaliza indicando que eventos de federações, como Copa do Mundo e Olimpíadas podem deixar os EUA, que serão sede de ambas as competições num futuro bem próximo.

 

"A investigação pode levar as Federações Internacionais (IFs) a considerar os riscos de conceder eventos internacionais futuros aos EUA".

Curtas do Poder

Ilustração de uma cobra verde vestindo um elegante terno azul, gravata escura e língua para fora
O primeiro turno das eleições apresentaram aos políticos que é tempo de recomeçar. Ou ao menos reatar o que estava adormecido, como no caso do Soberano, que reatou com os Bolsonaro, apoiando o 01 do Capitão. Fez questão de levar os apoiadores para não dizerem que vai só leva um voto. Melhor dividir a responsabilidade mesmo... Além disso, por falar em recomeçar e resgatar o tempo perdido, veja Regis Redondo: passou a agonia de eleição e já voltou a vida fitness. Suspeito que esteja querendo que eu volte a chamá-lo de Sandrinho Light. Siga firme que penso em seu caso.

Pérolas do Dia

Geraldo Alckmin

Geraldo Alckmin
Fotos: Victor Hernandes / Bahia Notícias

"Nós temos que fazer a economia crescer, o PIB crescer, o emprego crescer, e segurar a despesa. Aí você melhora a relação dívida/PIB". 

 

Disse o vice-presidente da República, Geraldo Alckmin (PSB) ao defender a realização de um ajuste fiscal, porém com foco em cortes de privilégios e "super salários", criticando a possibilidade de penalizar aposentados e a classe média.
 

Podcast

Projeto Prisma recebe o cientista político do INCT.DD Eduardo Grizenti nesta segunda

Projeto Prisma recebe o cientista político do INCT.DD Eduardo Grizenti nesta segunda
O pesquisador trará um panorama detalhado do mapa eleitoral desenhado pelas urnas, o peso das redes sociais na definição dos votos nas disputas majoritárias e proporcionais, além dos cenários e tendências políticos para a Bahia e o Brasil nos próximos anos.

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