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as branquelas
O ator Shawn Wayans, conhecido por seu papel como Kevin Copeland, o protagonista do filme As Branquelas, revelou que não pretende reviver o personagem em uma possível sequência. A informação, confirmada pela Folha de S. Paulo, surpreendeu os fãs do longa.
A declaração foi dada durante uma entrevista, em que Wayans afirmou que, apesar de o filme ter se tornado um clássico, ele não tem interesse em retornar ao papel. A notícia desanima os fãs que esperam uma continuação do sucesso de 2004.
O artista também comentou sobre a popularidade duradoura do filme e a forma como o público se conecta com a história.
O ator Marlon Wayans, que atuou em filmes como "As Branquelas" e "Todo Mundo em Pânico", publicou fotos com um boné do Atlético-MG nas suas redes sociais, na última segunda-feira (8). O americano afirmou que vai trocar de clube e virar torcedor do Galo na legenda da publicação.
"Estou trocando de equipes. Galocura uma vez até morrer", disse o intérprete de Marcus Copeland.
Em março de 2025, o ator esteve em Belo Horizonte e também usou o acessório. Os torcedores do Alvinegro mineiro encheram a publicação do ator de comentários. O perfil oficial do clube também marcou presença e afirmou que "Todo mundo é Atleticano".
Após cogitar uma sequência do filme “As Branquelas” (clique aqui), o ator Marlon Wayans está interessado em gravar cenas da produção no Brasil, no fim deste ano, com participação especial de Anitta. A informação é da coluna "Olá!", assinada por Fernando Oliveira, no jornal Agora São Paulo. Segundo a publicação, o interesse em rodar “As Branquelas 2” no país justifica as várias visitas do artista ao Brasil nos últimos meses. O colunista conta ainda que o longa-metragem está em fase de captação nos Estados Unidos.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
João Roma
"A lei não pode ter lado político".
Disse o presidente estadual do PL na Bahia e pré-candidato ao Senado Federal pelo estado, João Roma, utilizou as redes sociais nesta sexta-feira (19) para comentar a operação de busca e apreensão realizada pela Polícia Federal (PF), com autorização do Supremo Tribunal Federal (STF), que teve como um dos alvos o senador Jaques Wagner (PT), líder do governo no Senado.