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aryna sabalenka
A tenista Elena Rybakina, atual número 5 do ranking mundial, conquistou neste sábado (31) o título do Australian Open. Em uma reedição da final de 2023, a cazaque superou a líder da WTA, Aryna Sabalenka, por 2 sets a 1, com parciais de 6/4, 4/6 e 6/4, após 2h18min de confronto.
Este foi o primeiro título de Rybakina no Grand Slam australiano e o segundo da carreira em torneios desse nível. A vitória reforça o bom retrospecto recente da atleta diante da belarussa, a quem também derrotou na final do WTA Finals de 2025.
Na parcial decisiva, Rybakina mostrou poder de reação ao reverter uma desvantagem de 3 a 0, encerrando a partida com um ace. Com o resultado, a tenista soma 20 vitórias nas últimas 21 partidas disputadas no circuito profissional.
Apesar do vice-campeonato, Aryna Sabalenka permanecerá na liderança do ranking da WTA. Já Rybakina deve subir para a terceira colocação mundial na próxima atualização do ranking, prevista para segunda-feira. Para a belarussa, o revés representa a terceira derrota nas últimas quatro finais de Grand Slam, incluindo as decisões do Australian Open e de Roland Garros de 2025.
Durante a cerimônia de premiação, Elena Rybakina destacou a competitividade da adversária e agradeceu ao público presente:
“É difícil encontrar palavras agora. Quero parabenizar a Aryna pelos resultados incríveis ao longo desses dois anos. Sei que é difícil, mas espero que possamos jogar muitas outras finais juntas. Quero agradecer a torcida pela ótima atmosfera e por nos apoiar, sinto esse apoio bastante em quadra. Agradeço a todos os que fazem esse torneio acontecer, é um prazer estar aqui. Espero que não tenha esquecido ninguém. Hoje tivemos outras partidas com jogadores cazaques e espero que continuemos fazendo um grande trabalho.”
Número 3 do mundo, tenista belarussa desiste dos Jogos Olímpicos de Paris: "Preciso cuidar da saúde"
O torneio feminino de tênis dos Jogos Olímpicos de Paris 2024 não terá um nome de peso da atualidade. Número 3 do ranking mundial da WTA, a tenista de Belarus Aryna Sabalenka, de 26 anos, confirmou nesta segunda-feira (17) que não irá à capital francesa. Ela justificou a ausência para "cuidar da saúde".
Eu tenho que sacrificar alguma coisa. Nesta fase da minha carreira e principalmente com todas as lutas que tive nos últimos meses, preciso cuidar da minha saúde", afirmou. "Não vou jogar as Olimpíadas por causa das regras da WTA com torneios obrigatórios. Infelizmente tenho que sacrificar os Jogos", completou.
Além de Sabalenka, outra tenista do top 10 da WTA também anunciou a desistência do Jogos de Paris. A tunisiana Ons Jabeur, número 10, informou que não participará do torneio olímpico devido a mudança de piso e a possibilidade de lesões no joelho.
"Após consultar minha equipe médica visando os Jogos Olímpicos de Paris 2024, decidimos que a rápida mudança de superfícies poderia colocar o meu joelho e o restante da temporada em risco, então, infelizmente, estou fora das Olimpíadas. Sempre amei representar meu país, mas preciso escutar meu corpo e minha equipe médica", publicou.
Os Jogos Olímpicos de Paris serão realizados entre os dias 27 de julho e 4 de agosto. O torneio de tênis será disputado nas quadras de saibro de Roland Garros, palco do Grand Slam francês. A competição acontece menos de um mês antes do US Open. Vale lembrar que atletas russos e bielorrussos só poderão competir sob bandeira neutra na capital francesa, devido a invasão da Rússia na Ucrânia. Com isso, Sabalenka não jogaria com a bandeira do seu país.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Janja da Silva
"Hoje estabelecemos um marco para a sociedade brasileira, representada pelos três poderes, aqui presentes. Todos assumiram o compromisso e a responsabilidade de tornar a nossa sociedade um lugar em que as mulheres possam viver em paz. Queremos ser respeitadas, queremos ser amadas, queremos ser livres, queremos nos manter vivas".
Disse a primeira-dama Janja Silva em um discurso emocionado e com direito a lágrimas, ao abrir a solenidade de lançamento do Pacto Brasil de Enfrentamento ao Feminicídio. A iniciativa do governo Lula, chamada de “Todos por Todas”, busca unir os três poderes em ações coordenadas para prevenir a violência letal contra meninas e mulheres no país.