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arthur cabral
O Benfica apresentou nesta quinta-feira (9) o atacante brasileiro Arthur Cabral, que estava na Fiorentina. A contratação custou ao clube português € 20 milhões (R$ 107 milhões) fixos, mais € 5 milhões (R$ 27 milhões) em variáveis. O acordo vai até até 2028 e tem multa rescisória de € 100 milhões (R$ 534 milhões).
Na Fiorentina, Arthur Cabral atuou por uma temporada e meia. No clube italiano, ele fez 65 jogos, marcando 19 gols e três assistências. O brasileiro chega para substituir o atacante português Gonçalo Ramos, que foi para o PSG.
Antes da Fiorentina, Arthur Cabral atuou no Basel, da Suíça, no Palmeiras e no Ceará, clube o qual revelou para o futebol em 2017. Palmeiras e Ceará não têm mais participações nos direitos econômicos de Arthur. O Ceará participou da formação do centroavante dos 16 aos 19 anos, já o Palmeiras, ficou apenas uma temporada com Arthur, e ambos receberão as quantias estabelecidas pelo mecanismo de solidariedade da Fifa, dado aos times que participaram da formação do atleta até os 23 anos.
Antes de fechar com Arthur Cabral, o Benfica chegou a sondar o Flamengo para contratar o atacante Pedro, com uma oferta de € 18 milhões (R$ 97 milhões), recusada pelo time brasileiro.
Atual campeão português, o Benfica estreia no campeonato nacional na próxima segunda-feira (14), contra o Boavista, fora de casa, no Estádio do Bessa Século XXI.
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Pérolas do Dia
Jerônimo Rodrigues
"Os extremos não servem para nós. Nem uma polícia que não dê conta do seu papel, nem uma polícia que possa entrar no exagero e fazer ações fora do conceito de um servidor público. A polícia tem que garantir a segurança das pessoas e não ameaçá-las".
Disse o governador Jerônimo Rodrigues ao ser sabatinado na TV Aratu, nesta terça-feira (4) e abordou um dos temas mais sensíveis de sua gestão: a segurança pública e a atuação da Polícia Militar. Respondendo a questionamentos do jornalista Maurício Leiro, editor de política do Bahia Notícias, sobre a implementação das câmeras corporais nos fardamentos e suspeitas de excessos policiais, Jerônimo afirmou que "não passa a mão na cabeça" de quem atua fora dos padrões.