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O convidado do podcast BN na Bola na última terça-feira (8) foi Ricardo Caldeira, presidente da Federação de Muaythai Tradicional do Estado da Bahia (FMTT). Durante a conversa com Hugo Araújo e Thiago Tolentino, o gestor comentou os eventos que foram realizados pela entidade no último ano, destacando o "Mulheres que lutam", competição destinada apenas para atletas da categoria do jiu-jitsu feminino.
“No ano passado, realizamos 10 eventos em Salvador. Se não estou enganado, realizamos dois ou três no interior do estado, um evento foi no Shopping de Juazeiro, em Capim Grosso, foram eventos muito legais. Também temos o 'Mulheres que lutam', um evento específico para as mulheres, na últimma vez que realizamos, foram 300 mulheres competindo. É um evento bem bacana”, detalhou Ricardo Caldeira.
Abordando o calendário de 2025, o presidente destacou os eventos que possuem datas mais próximas, como a primeira etapa do Campeonato Baiano de Jiu-Jitsu, que vai ter início no próximo domingo (13), onde ele espera aparição de 500 atletas de todas categorias.
“Para abril, estamos com a primeira etapa do Campeonato Baiano de Jiu-Jitsu com data marcada, vai acontecer no próximo domingo (13), no Ginásio de Cajazeiras, temos a expectativa de contar com 500 atletas nesta etapa, onde teremos todas as categorias. A primeira etapa do Bahia Open acontece em maio e a segunda etapa do BadBoy Cup vai ser em junho, este é um evento internacional. Essa competição acontece na Bahia, em São Paulo, Fortaleza e outros estados, aqui (Bahia) quem organizamos somos nós (FBJJMMA)”, afirmou o presidente.
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O convidado do podcast BN na Bola na última terça-feira (8) foi Ricardo Caldeira, presidente da Federação de Muaythai Tradicional do Estado da Bahia (FMTT). Durante a conversa com Hugo Araújo e Thiago Tolentino, Ricardo ressaltou a importância da introdução da prática de artes marciais para crianças e adolescentes.
“As artes marciais trabalham a disciplina, calma, hierarquia e outras características que você trabalha na criança desde cedo. Tenha certeza absoluta que qualquer jovem hoje que pratica a arte marcial vai crescer de outra forma, vai crescer como outro cidadão, outro comportamento. Por exemplo, meus filhos praticam jiu-jitsu desde criança e eu nunca tive problemas com eles, sempre foram competidores. Nunca tive problemas com eles em relação a professores e colegas”, afirmou o presidente.
Focando mais no jiu-jitsu, Ricardo Caldeira comentou a desmistificação do estereótipo da modalidade como um "esporte de bad boy".
“O Jiu-Jitsu começou com aquela fama de 'esporte de bad boy' e a gente vem fazendo esse trabalho bem árduo de mostrar que não, hoje temos muitas crianças praticando. Não tínhamos professores especializados na categoria, mas como eu falei, o jiu-jitsu como qualquer outro negócio, tem os profissionais que enxergam o nicho e as possibilidades. O mercado com as crianças é muito grande e lucrativo para quem sabe trabalhar, então temos hoje grandes profissionais sendo treinados e aprendendo a metodologia de ensino para trabalhar com crianças, com o 'jiu-jitsu kids', como a gente chama”, disse o coordenador da equipe de Vôlei de Praia do Bahia.
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Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Janja da Silva
"Hoje estabelecemos um marco para a sociedade brasileira, representada pelos três poderes, aqui presentes. Todos assumiram o compromisso e a responsabilidade de tornar a nossa sociedade um lugar em que as mulheres possam viver em paz. Queremos ser respeitadas, queremos ser amadas, queremos ser livres, queremos nos manter vivas".
Disse a primeira-dama Janja Silva em um discurso emocionado e com direito a lágrimas, ao abrir a solenidade de lançamento do Pacto Brasil de Enfrentamento ao Feminicídio. A iniciativa do governo Lula, chamada de “Todos por Todas”, busca unir os três poderes em ações coordenadas para prevenir a violência letal contra meninas e mulheres no país.