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arquiteta baiana
A arquiteta e engenheira civil baiana Kaline Macêdo afirmou ter recebido relatos de outras mulheres que passaram por situações semelhantes depois de publicar nas redes sociais que descobriu três supostos relacionamentos extraconjugais do companheiro após a morte dele.
?? Baiana descobre três amantes do companheiro após velório e recebe relatos de outras mulheres
— Bahia Notícias (@BahiaNoticias) August 2, 2026
???? Redes Sociais
Confira ?? pic.twitter.com/6RFJ7Ws7Db
Segundo o g1, o caso ocorreu em outubro do ano passado, em Salvador, mas ganhou repercussão após Kaline publicar um vídeo no último dia 14 de julho, contando a história. Em uma das plataformas, a publicação ultrapassou 300 mil curtidas.
Conforme a arquiteta, ela manteve um relacionamento de 12 anos com o companheiro, que morreu aos 41 anos em um acidente de carro. Kaline afirma que, posteriormente, descobriu que ele mantinha três outros relacionamentos. As primeiras suspeitas surgiram durante o velório.
De acordo com Kaline, a mãe dela conversou com uma mulher presente na cerimônia e descobriu que uma amiga dela dizia manter um relacionamento de três anos com o homem. Outra mulher com quem ele supostamente se relacionava também estava no local. A mãe decidiu não contar a descoberta naquele momento, devido ao estado emocional da filha. Cerca de dez dias depois, Kaline encontrou indícios das traições nas redes sociais e, então, ouviu da mãe o que havia ocorrido no velório.
Depois, ela afirma ter descoberto uma terceira mulher, que teria trabalhado como estagiária na empresa do companheiro. Após tornar a história pública, Kaline disse ter recebido comentários de mulheres que também descobriram infidelidades depois de relacionamentos de longa duração.
Para ela, a repercussão mostra que muitas pessoas evitam falar sobre o assunto por vergonha. A arquiteta afirmou que decidiu divulgar a experiência como forma de alerta. Segundo Kaline, o companheiro era ciumento e exercia controle sobre ela, embora também demonstrasse carinho.
Ela também relatou que, cerca de três anos antes da morte dele, tentou encerrar o relacionamento, mas enfrentou dificuldades diante do comportamento do companheiro. “Eu estava exausta da relação, mas ele não permitia [o término]. Me seguia, ia atrás de mim, era um caos”, afirmou.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
André Viana
"Quando você tem o monitoramento nos parlatórios, onde não é possível efetuar essa difusão de tratativas, determinações por parte da liderança para o mundo aqui fora, você traz o isolamento para o crime e nos ajuda por demais no enfrentamento à criminalidade".
Disse o delegado-geral da Polícia Civil da Bahia (PC-BA), André Viana ao defender a ampliação do monitoramento nos parlatórios dos presídios de segurança máxima do estado. Em entrevista ao programa Bahia Notícias no Ar, da rádio Antena 1 Salvador, nesta sexta-feira (18), o delegado afirmou que a medida ajudaria a bloquear a comunicação entre detentos e integrantes de organizações criminosas do lado de fora das unidades prisionais.