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Walter Viterbo da Silva Neto
Lula aos 81 anos: estresse, saúde mental e mais quatro anos na Presidência
Foto: Acervo pessoal

Lula aos 81 anos: estresse, saúde mental e mais quatro anos na Presidência

O desafio pode fazer bem. O risco está na pressão sem recuperação — e isso vale para qualquer pessoa que trabalhe sob grande exigência depois dos 80.

Multimídia

Cezar Leite afirma que título a Flávio Bolsonaro sofreu ataques por causa das eleições

Cezar Leite afirma que título a Flávio Bolsonaro sofreu ataques por causa das eleições
O vereador de Salvador Cezar Leite (PL) atribuiu a repercussão da entrega do Título de Cidadão Soteropolitano ao senador Flávio Bolsonaro (PL) ao cenário eleitoral. Em entrevista ao Projeto Prisma, do Bahia Notícias, nesta segunda-feira (26), ele comparou a homenagem a outras concedidas a figuras nacionais e criticou a tentativa de barrar a solenidade na Justiça.

Entrevistas

Entrevista Exclusiva: Ministra Rachel Barros detalha ações do MIR para a população negra

Entrevista Exclusiva: Ministra Rachel Barros detalha ações do MIR para a população negra
Nesta segunda-feira (10), a ministra da Igualdade Racial, Rachel Barros, esteve em Salvador para participar do Colóquio Internacional Cultura, Relações Exteriores, Desenvolvimento e Reparação. O evento, que acontece nas cidades de Salvador e Cachoeira, integra as celebrações pelos 25 anos de fundação do FENEBA e desdobra as discussões iniciadas no 9º Congresso Panafricano, sediado em Lomé, no Togo.

aroldo felix

A duas semanas da eleição, gasto da campanha dos candidatos ao governo da Bahia chega a R$ 15,5 mi; veja números
Foto: Divulgação / Redes sociais

Restando apenas 16 dias para o 1º turno do pleito eleitoral, os gastos dos candidatos ao governo da Bahia já chegam ao montante de R$ 15,5 milhões, conforme a prestação de contas parcial no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) (TSE). Entre os seis candidatos na disputa, Antônio Carlos Magalhães (ACM) Neto (União) e Jerônimo Rodrigues (PT) representam 99,1% de todo o gasto registrado. 

 

Vale destacar que os valores ainda devem sofrer alterações na reta final do período eleitoral. Os dados da campanha de ACM Neto, Jerônimo Rodrigues e Ronaldo Mansur (PSOL) foram atualizados no último sábado (12), enquanto os dados de Aroldo Félix (UP), Ariel Capistrano (DC) e Maria Bona (PCO) foram atualizados no domingo (13). 

 

O limite de gastos da campanha de todos os postulantes ao governo é de R$ 17 milhões. A verba pode ser obtida pelo Fundo Especial de Financiamento de Campanha (FEFC), repasses do Fundo Partidário, doações de pessoas físicas, recursos próprios dos candidatos ou financiamentos coletivos, como vaquinhas.

 

O candidato ACM Neto registrou um gasto de R$ 8,710 milhões, de um montante arrecadado de R$ 10,188 milhões. Assim, restando duas semanas para o 1º turno das eleições, o vice-presidente do União Brasil já comprometeu 85,50% do valor obtido por ele. Conforme a declaração oficial, os recursos da campanha “Unidos para Mudar a Bahia” foram majoritariamente arrecadados por meio de doação do partido União Brasil, cerca de R$ 9,142 milhões, e R$ R$ 865 mil foram doados por outras fontes. 

 

Já o atual governador e candidato à reeleição, Jerônimo Rodrigues, arrecadou R$ 7,140 milhões, de acordo com a declaração parcial. Quase a totalidade do valor, cerca de 97%, é proveniente de repasse do diretório nacional do Partido dos Trabalhadores. Já os gastos da campanha chegam a R$ 6,645 milhões. Desta forma, o petista já empenhou cerca de 93% dos seus recursos da campanha. 

 

O presidente estadual do PSOL e candidato ao Palácio de Ondina, Ronaldo Mansur, registrou R$ 142,2 mil em despesas da campanha eleitoral. O “cabeça” de chapa da Federação PSOL-Rede arrecadou um total de R$ 450 mil para a campanha, sendo que todo o valor é referente a repasses do diretório nacional do PSOL. Com esses números, Mansur gastou cerca de 31% do valor arrecadado e restam 68,38%. 

 

Aroldo Félix, do União Popular, registrou R$ 459,80 em gastos da campanha. A duas semanas da eleição, o candidato arrecadou um total de R$ 14,8 mil por meio de um repasse do diretório nacional do UP, no valor de R$ 12 mil, e cerca de R$ 2 mil em uma vaquinha. Até o momento, o candidato gastou 3,10% dos recursos obtidos, restando 96,90%.

 

O candidato Ariel Capistrano (DC), por sua vez, arrecadou R$ 2 mil para a campanha eleitoral, por meio de doação própria. Desse valor, o representante da sigla já gastou R$ 1.300,50, principalmente em pagamentos no Facebook. 

 

Por fim, a candidata do PCO, Maria Bona, não registrou nenhuma arrecadação ou gasto de campanha até o momento. 

Candidato da UP ao governo da Bahia segue com agenda limitada após ser baleado por bala de borracha da PM
Foto: Reprodução

O candidato ao governo da Bahia pela Unidade Popular (UP), Aroldo Félix, segue com agendas de campanha restritas por causa de complicações de saúde depois de ter sido atingido por um disparo de bala de borracha da Polícia Militar da Bahia (PM-BA), no dia 1º de setembro, durante a dispersão de um ato de trabalhadores de aplicativo na avenida Paralela, em Salvador. 

 

Segundo a nota, o projétil atingiu Félix na região lombar, perto do rim esquerdo, e estava vencido havia onze anos, sob posse regular da corporação, com validade expirada em março de 2015. O partido anexou à nota fotos do projétil e da lesão atual do candidato.

 

De acordo com o UP, Félix acompanhava pacificamente, por volta das 17h30, a mobilização de entregadores de aplicativo, que reivindicava a implementação de uma taxa mínima de R$ 10 por corrida, o fim de bloqueios das plataformas contra os trabalhadores e a edição de uma Medida Provisória pelo governo federal para regular as empresas do setor.

 

O partido afirma que, desde o disparo, Félix enfrenta fortes dores na região lombar e uma infecção no local do ferimento. O candidato tem recebido atendimento contínuo em Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) de Salvador e iniciou um tratamento com antibióticos, recomendado pela equipe médica por pelo menos 15 dias. Segundo a nota, as limitações físicas causadas pela infecção o impedem de ficar muito tempo em pé ou de fazer viagens longas de carro pelo interior do estado, o que reduziu suas atividades de rua. Por isso, a campanha tem sido mantida principalmente com compromissos de baixo impacto físico, como entrevistas a veículos de comunicação.

 

Na nota, a UP classificou a atuação da Polícia Militar durante a dispersão do ato como "desproporcional e violenta" e afirmou que o uso de munição fora do prazo de validade aumenta o grau de letalidade do projétil, o que teria agravado o estado de saúde do candidato. O partido também repudiou o que chamou de violência policial contra trabalhadores em luta e seus apoiadores, e disse que o episódio reforça o caráter antidemocrático de uma eleição em que um candidato ao comando da própria Polícia Militar foi agredido pela corporação.

Eleições 2026: quem são os candidatos ao governo da Bahia?
Fotos: Divulgação / TSE

Nas eleições de 2026, seis candidatos disputam o governo da Bahia. O atual governador Jerônimo Rodrigues (PT) busca a reeleição, enquanto o ex-prefeito de Salvador ACM Neto (União Brasil) volta a concorrer ao Palácio de Ondina após disputar o cargo em 2022. Também estão na disputa Ariel Capistrano (DC), Aroldo Félix (UP), Maria Bona (PCO) e Ronaldo Mansur (PSOL).

 

A seguir, o Bahia Notícias apresenta quem são os candidatos ao governo da Bahia, suas trajetórias políticas e profissionais e o histórico de cada um em eleições anteriores.

 

ACM Neto (União Brasil)

Foto: Ronne Oliveira / Bahia Notícias

 

Antônio Carlos Magalhães Neto, conhecido como ACM Neto (União Brasil), tem 53 anos, nasceu em Salvador e é advogado. Foi deputado federal entre 2003 e 2012 e prefeito da capital baiana por dois mandatos, de 2013 a 2020. Neto de Antônio Carlos Magalhães (ACM) (1927-2007) e sobrinho de Luís Eduardo Magalhães (1955-1998), integra uma das famílias de maior tradição na política baiana.

 

Nas eleições de 2026, ACM Neto disputa novamente o governo da Bahia, em uma tentativa de retornar ao Executivo após seis anos sem exercer mandato eletivo. O período fora de cargos eletivos começou após deixar a prefeitura de Salvador em 2024 e não ter logrado êxito no segundo turno da eleição estadual de 2022 para Jerônimo Rodrigues (PT). Desde então, passou a atuar como dirigente e articulador de seu partido.

 

Ariel Capistrano (DC)

Fotos: Reprodução / TSE

 

Ariel Capistrano (DC) tem 39 anos, é natural de Feira de Santana e concorre pela primeira vez a um cargo eletivo nas eleições de 2026. Empresário, declarou ter ensino médio incompleto.

 

Aroldo Félix (UP)

Foto: Divulgação

 

Aroldo Felix de Azevedo Júnior tem 43 anos, nasceu na Paraíba, e mora em Salvador desde 2023. Doutor em Engenharia Química, iniciou sua trajetória política no movimento estudantil, período em que presidiu o Diretório Central dos Estudantes (DCE) da Universidade Federal de Campina Grande (UFCG). Em 2010, foi professor do Instituto Federal da Bahia (IFBA), no campus de Simões Filho, e, desde 2013, leciona no curso de Engenharia de Energias da Universidade Federal do Recôncavo da Bahia (UFRB), em Feira de Santana.

 

Além da atuação como professor universitário, integra a coordenação nacional do Movimento Luta de Classes e exerce o cargo de diretor do ANDES-SN. Na última eleição, disputou o governo de Sergipe e, em 2026, concorre pela primeira vez ao cargo de governador da Bahia.

 

Jerônimo Rodrigues (PT)

Foto: Divulgação

 

Jerônimo Rodrigues (PT) tem 61 anos, nasceu em Aiquara e é o atual governador da Bahia. Engenheiro agrônomo e professor universitário, construiu sua trajetória pública em cargos de gestão governamental, com destaque para as passagens pelas secretarias estaduais de Desenvolvimento Rural, entre 2015 e 2019, e da Educação, de 2019 a 2022, na gestão de Rui Costa (PT).

 

Eleito governador em 2022, em sua primeira disputa por um cargo eletivo, Jerônimo Rodrigues concorre à reeleição nas eleições de 2026. Sua candidatura coloca à prova a aprovação de seu primeiro mandato e busca dar continuidade ao projeto político do Partido dos Trabalhadores, que governa a Bahia de forma consecutiva desde 2007.

 

Maria Bona (PCO)

Fotos: Reprodução

 

Maria Bona Carrara de Sumbuy (PCO), tem 73 anos e é natural de São Paulo. Aposentada, possui domicílio eleitoral em Rio de Contas, na Chapada Diamantina, desde 1989. Esta será a primeira eleição disputada por Maria Bona, que concorre ao governo da Bahia e será a única mulher na disputa pelo comando do Executivo estadual. A presença feminina volta ao pleito baiano após oito anos, desde a candidatura de Célia Sacramento ao governo do estado nas eleições de 2018.

 

Ronaldo Mansur (PSOL)

Foto: Mateus Bomfim

 

Ronaldo Mansur, de 46 anos, nasceu em Alagoinhas e é técnico em meio ambiente, estudante de Direito e presidente estadual do PSOL. Também atua como presidente estadual do partido e presidente da Federação PSOL-Rede. Um dos fundadores da sigla e um de seus primeiros coordenadores, iniciou sua trajetória política no movimento estudantil, ainda aos 11 anos.

 

Em sua trajetória política, Mansur destaca a participação em mobilizações populares e estudantis, como o Maio Baiano, em 2001, e a Revolta do Buzú, em 2003. Ele disputou a vice-governadoria da Bahia em 2014 e 2022 e, nas eleições de 2026, concorre pela primeira vez ao cargo de governador do estado.

 

O primeiro turno das eleições de 2026 será realizado no dia 4 de outubro. Na data, os brasileiros irão às urnas para eleger o presidente da República, dois senadores, o governador do estado, além de deputados federais e estaduais.

Candidato ao governo da Bahia denuncia ter sido atingido por tiro de bala de borracha da PM-BA
Foto: Reprodução Redes Sociais

O candidato Aroldo Félix (UP) denunciou que foi atingido por um tiro de bala de borracha desferido pela Polícia Militar (PM-BA) nesta terça-feira (1º). O postulante participava de uma manifestação de entregadores de aplicativo na Avenida Paralela, quando teria sido atingido na ação policial. 

 

 

Na ação, os policiais teriam disparado o tiro de bala de borracha contra os manifestantes no local. 

 

“No meio da manifestação fui atingido pela polícia, pela garra. O que fizeram com o candidato ao Governo da Bahia da Unidade Popular. Estamos aqui nesta luta. A polícia agride, atira no povo trabalhador. Os trabalhadores estão reivindicando os seus direitos. Ninguém está aqui pedindo nada a ninguém, estamos exigindo os nossos direitos e a polícia nos trata desta forma”, disse Félix.

 

Motoboys e entregadores por aplicativo de Salvador realizaram, nesta terça-feira (1º), uma paralisação como parte de uma mobilização nacional que cobra aumento nos valores pagos pelas plataformas e mudanças nas condições de trabalho. 

 

Os organizadores afirmam ainda que a paralisação também inclui motociclistas que trabalham com transporte de passageiros por aplicativo, além dos profissionais que atuam com entregas. O grupo convocou a categoria para participar do chamado “Breque Nacional dos Apps pela MP da Taxa Mínima”, mobilização que acontece simultaneamente em diferentes cidades do país como em Feira de Santana, Campinas, Sorocaba, Anápolis, Goiânia e Brasília, entre outros municípios.

 

Uma das principais reivindicações é a criação de uma taxa mínima de R$ 10 para corridas de até quatro quilômetros. Para trajetos que ultrapassem essa distância, os trabalhadores defendem o pagamento adicional de R$ 2,50 por quilômetro excedente.

Paraná Pesquisas/ Bahia Notícias: ACM Neto mantém frente pelo governo da Bahia, porém distância para Jerônimo diminui
Foto: Divulgação - União Brasil / Matheus Landim - GOVBA

Uma nova rodada do Instituto Paraná Pesquisas, em parceria com o Bahia Notícias, aponta que o ex-prefeito de Salvador, ACM Neto (União) mantém a frente na corrida pelo governo da Bahia, porém o governador Jerônimo Rodrigues (PT) diminuiu a margem entre eles. Enquanto ACM Neto oscilou para baixo, marcando 48,9%, Jerônimo viveu a situação inversa, para cima, chegando a 38,7%. Todavia, as variações acontecem dentro da margem de erro de 2,7%, na comparação com o levantamento de julho.

 

Os cenários não são exatamente idênticos, pois aparecem dois novos nomes na corrida pelo Palácio de Ondina, Aroldo Félix (UP) e José Estêvão (DC). No total, o levantamento testou cinco candidaturas entre os dias 31 de julho e 2 de agosto. Além dos "estreantes", que ficaram com 0,1% das intenções de voto cada, Ronaldo Mansur (PSOL) pontuou 0,7%.

 

Os dois principais candidatos mantém, há três levantamentos (maio, julho e agora agosto de 2026), números muito semelhantes, com oscilações dentro da margem de erro das pesquisas. A diferença entre ACM Neto e Jerônimo, que já foi de 11,7%, caiu para 10,2% em um mês. Esse número é maior do que o de maio, quando a distância entre ambos chegou a 9,1%.

 

Em agosto, 7% disseram que votariam branco, nulo ou em nenhum dos candidatos, enquanto o número de indecisos ficou em 4,4% (não souberam ou não opinaram).

 

 

SEGUNDO TURNO 
Com os candidatos de PSOL, UP e DC pontuando abaixo de 1%, a chance de uma disputa em dois turnos na Bahia é pequena. Ainda assim, o Instituto Paraná Pesquisas restringiu uma das perguntas aos dois nomes que lideram os levantamentos. 

 

Nesse caso, ACM Neto aparece como opção para 50,9% dos eleitores, enquanto Jerônimo é citado por 40%. O número dos que não sabem ou não opinaram cai para 2,9%, e 6,1% indicam que votariam branco, nulo ou em nenhum dos nomes. 

 

 

ESPONTÂNEA 
O ex-prefeito de Salvador também lidera o cenário espontâneo, quando não são apresentados os nomes dos candidatos. Nesse caso, ACM Neto é citado por 31,2% dos entrevistados e Jerônimo Rodrigues por 22,9%. Também são lembrados Rui Costa (PT), com 0,8% e Aroldo Félix, com 0,1%. O número daqueles que não souberam ou não opinaram chega a 39,1%.

 

O Instituto Paraná Pesquisas ouviu presencialmente 1400 eleitores entre os dias 31 de julho e 2 de agosto, em 60 municípios. O levantamento possui intervalo de confiança de 95% e margem de erro de 2,7%, sob registro no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) n? BA-03043/2026.

Jerônimo Rodrigues lidera índice de rejeição entre candidatos ao governo do estado, afirma Quaest
Foto: Divulgação / PT Bahia

 

O governador Jerônimo Rodrigues lidera o índice de rejeição entre os candidatos à eleição estadual na Bahia. Segundo o levantamento divulgado pela Quaest, nesta quarta-feira (29), 40% dos eleitores baianos conhecem e não votaria no atual governador, que é pré-candidato à reeleição pelo PT. 

 

O levantamento, registrado na Justiça Eleitoral sob os números BR-05856/2026 e BA-02331/2026 ouviu presencialmente 1.200 eleitores de 16 anos ou mais, residentes na Bahia, entre os dias 23 e 27 deste mês. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%.  

 

A Quaest avaliou o conhecimento, potencial de voto e rejeição dos candidatos os candidatos e pré-candidatos ACM Neto, Aroldo Felix (UP), Jerônimo Rodrigues (PT), José Estêvão (DC) e Ronaldo Mansur (PSOL) frente aos eleitores. 

 


Foto: Gráfico disponibilizado pela Quaest

 

Ao citarem o candidato ACM Neto, 90% dos eleitores disseram conhecê-lo, sendo que 57% conhecem e votariam nele, e outros 33% conhecem e não votariam. 10% disseram não conhecer o candidato. 

 

No caso do atual governador, Jerônimo Rodrigues, ele também é conhecido por 90% dos eleitores questionados e dentre eles, 50% deles votariam nele para a reeleição e outros 40% não votariam. 10% disseram que não conhecem. 

 

Ronaldo Mansur, candidato pelo PSOL, foi reconhecido por apenas 21% dos eleitores. Entre os que o conheciam, 17% disseram que não votariam e 4% votariam. 79% dos eleitores disseram não conhecer o candidato. No caso de João Estevão, 16% dos eleitores o disseram conhecer o candidato, sendo que apenas 3% votariam nele e outros 13% alegaram que não votariam. 84% não o reconheceram. 

 

Já o candidato Aroldo Félix foi reconhecido por 10% dos entrevistados, sendo que 1% votaria nele e 9% disseram que não votariam. 90% dos eleitores não reconheceram o candidato.

Curtas do Poder

Ilustração de uma cobra verde vestindo um elegante terno azul, gravata escura e língua para fora
Pensando aqui em quanta energia #sabetudo e Aninha do Camaro gastaram pensando em 2028, pra verem o Soberano tomar de volta a candidatura. Mas ninguém precisa correr pra ficar com pena do Soberano. Pelo menos ele tem seu lado empresário pra ocupar o tempo até lá. O motivo, dizem às más línguas: o Carlismo morreu. Ao menos sob a batuta do herdeiro original. Dito isso, ele vai aproveitar também pra ajudar o Ferragamo com essa crise de imagem dos ônibus da eleição. O cenário agora é de reflexão real. Apoiaram o ZeroUm, para manter vivo e soltar o Capitão, agora, quem vai ter que ficar ligado é a galera da Bahia. Ao menos quem não é seguidor da família. Por falar em eleição futura, os disparos em massa de #sabetudo devem ficar mais restritos. Na boca miúda, o que se fala é que essa eleição foi um block atrás do outro. Sobrou para Elde, Bonitinho, Renatinha Ex-Fala Bela e mais uma renca. Alguns desbloqueados, mas outros ainda vão ficar no cantinho do pensamento. Saiba mais!

Pérolas do Dia

Valdemar Costa Neto

Valdemar Costa Neto
Foto: Reprodução / CNN Brasil

"Não gostei".


Disse o presidente nacional do Partido Liberal, Valdemar Costa Neto ao comentar a carta divulgada por Flávio Bolsonaro (PL), candidato derrotado à Presidência nesta quarta-feira (28). No pronunciamento, Flávio afirma que pretende liderar a oposição brasileira do exterior. 
 

Podcast

Projeto Prisma entrevista o vereador de Salvador Cezar Leite nesta segunda

Projeto Prisma entrevista o vereador de Salvador Cezar Leite nesta segunda
Foto: Projeto Prisma
O vereador de Salvador, Cezar Leite (PL), é o entrevistado do Projeto Prisma nesta segunda-feira (26). O programa é transmitido ao vivo a partir das 16h no YouTube do Bahia Notícias.

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