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A Chapecoense demitiu o técnico Argel Fucks após derrota na Arena Condá, no encerramento da nona rodada da Série B do Campeonato Brasileiro. Na noite desta segunda-feira (29), o time catarinense foi batido pelo Sampaio Corrêa por 1 a 0. O anúncio foi feito pelo vice de futebol, Paulo Pagliari, e pelo executivo de futebol, Alarcon Pacheco. Em seguida, o comandante se pronunciou.
"Futebol é assim, sempre tem um culpado, um responsável, não se corta a cabeça de vários, se corta a cabeça de um. A partir do momento que você tem esse aproveitamento fica difícil", declarou na sala de imprensa do estádio.
Junto com Argel, os auxiliares Glebson de Lira e Daniel Azambuja também deixam o clube.
Com passagem pelo Vitória entre 2016 e 2017, Argel assumiu o comando da Chape em março deste ano após a demissão de Bruno Pivetti, durante as quartas de final do Campeonato Catarinense. Ele dirigiu a equipe no segundo jogo do confronto contra o Barra, mas acabou sendo eliminado. No total, o treinador disputou 10 jogos, sendo duas vitórias, três empates e cinco derrotas, um aproveitamento de 30%. O ataque marcou 14 gols e a defesa sofreu outros 14.
A Chapecoense ocupa a 16ª colocação com nove pontos, um a mais da zona de rebaixamento. O Verdão catarinense volta ao gramado na próxima sexta (2), às 19h, contra o Ceará, no Castelão, pela 10ª rodada da Segundona.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Jerônimo Rodrigues
"Os extremos não servem para nós. Nem uma polícia que não dê conta do seu papel, nem uma polícia que possa entrar no exagero e fazer ações fora do conceito de um servidor público. A polícia tem que garantir a segurança das pessoas e não ameaçá-las".
Disse o governador Jerônimo Rodrigues ao ser sabatinado na TV Aratu, nesta terça-feira (4) e abordou um dos temas mais sensíveis de sua gestão: a segurança pública e a atuação da Polícia Militar. Respondendo a questionamentos do jornalista Maurício Leiro, editor de política do Bahia Notícias, sobre a implementação das câmeras corporais nos fardamentos e suspeitas de excessos policiais, Jerônimo afirmou que "não passa a mão na cabeça" de quem atua fora dos padrões.