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Casa do Athletico Paranaense, a Arena da Baixada terá a primeira arquibancada retrátil do Brasil. A estrutura será implementada entre abril e agosto deste ano e tem por objetivo ampliar a agenda de eventos do estádio, reduzindo conflitos com o calendário do futebol.
Segundo a nota divulgada pelo clube, nesta quinta-feira (12), com a nova estrutura, será possível realizar jogos mesmo durante as etapas de montagem e desmontagem de palcos para grandes shows e eventos.
A realização do projeto ocorre por meio da parceria do Furacão a 30e, companhia brasileira de entretenimento ao vivo. De acordo com Athletico, a atualização da arena está dentro do escopo do contrato firmado entre as partes em junho de 2025. O modelo adotado permite a execução da iniciativa sem a imobilização de recursos financeiros do clube.
A obra prevê a criação de uma área para montagem de palcos fora do gramado, no Setor Cel. Dulcídio Inferior. A arquibancada de concreto existente será demolida e uma nova arquibancada metálica retrátil será implantada. Segundo o clube, as cadeiras atuais do setor serão reutilizadas.
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Foto: Divulgação/Athletico-PR
A estrutura contará com sistema motorizado de abertura e fechamento, com acionamento hidráulico. Os módulos da arquibancada metálica já estão em produção, em Piracicaba (SP). A implementação de novas rotas de fuga a partir do gramado permitirá ampliar o público em aproximadamente 20% nos espetáculos realizados na arena.
O Athletico Paranaense recebeu uma nova proposta para os naming rights da Arena da Baixada. A Fatal Model, plataforma de anúncios de acompanhantes, formalizou nesta sexta-feira (6) uma oferta de R$ 250 milhões para associar seu nome ao estádio rubro-negro por 15 anos, entre 2025 e 2040.
Pelo acordo proposto, o clube receberia R$ 16,6 milhões anuais, com possibilidade de bônus adicionais. Se concretizado, o contrato colocaria o Athletico entre os três maiores acordos do país nesse segmento. A empresa estipulou um prazo de 10 dias para a validade da proposta, mas até o momento o clube não iniciou as negociações.
"Nos vincular a um clube campeão sul-americano nos leva a um patamar muito interessante de visibilidade. Sabemos da complexidade de concretizar o negócio, mas estamos muito interessados nesta oportunidade. Entendemos também a necessidade do clube em manter esse contrato. Nos colocamos à disposição para ajudar toda torcida do Athletico", afirmou Samuel Ongaratto, diretor de novos negócios da Fatal Model.
A movimentação acontece após a suspensão do contrato vigente com a Ligga Telecom, que enfrenta um impasse financeiro com o clube. A empresa de telecomunicações acumula uma dívida de aproximadamente R$ 50 milhões, o que levou a diretoria atleticana a interromper o uso comercial da marca no estádio.
Assinado em julho de 2023, o contrato entre a Ligga e o Athletico previa o pagamento de R$ 200 milhões ao longo de 15 anos, cerca de R$ 13,3 milhões por temporada, tornando-se o sexto maior do país. Com o rompimento, a disputa deve seguir para a Justiça.
Desde a suspensão do acordo, o Athletico voltou a utilizar as denominações "Arena da Baixada" e "Caldeirão" em seus canais oficiais. No estádio, a marca da Ligga ainda aparece em placas e na fachada, mas a expectativa é de que essas identificações sejam removidas antes da partida contra o Atlético-GO, marcada para domingo (8), pela Série B.
Em nota, a Ligga Telecom declarou que "foi surpreendida com a decisão do Athletico".
DETALHES DA PROPOSTA PARA O CAP
A proposta da Fatal Model consiste em dois valores fixos e cinco objetivos que geram um bônus financeiro para o clube paranaense. A renda fixa é de R$ 250 milhões divididos em 15 anos e sete meses de contrato (junho de 2025 a dezembro de 2040), além de um valor fixo mensal de R$ 1,3 milhão (187 meses).
Em relação aos objetivos que garantem um valor bônus, o Furacão tem cinco metas estipuladas:
R$ 1 milhão por participação na Libertadores
R$ 1 milhão por jogo da Seleção
R$ 1 milhão por jogo sendo sede competição internacional
R$ 2 milhões a cada 10 shows internacionais por ano
R$ 3 milhões por título da Libertadores
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Jaques Wagner
"Eu acho que nós temos muito a trocar. Essa é uma civilização milenar, que tem muito a ensinar com o salto que eles deram aqui em 40 anos. Você pega uma cidade como essa, que há 50 anos era uma aldeia de pescadores com 20 mil habitantes. Hoje tem 17 milhões de habitantes. Você anda por aqui e não vê um papel no chão, não vê uma sujeira, um teatro espetacular, um prédio todo novo. Parabéns pra eles por terem conseguido. E muita gente do Brasil, que tem preconceito, devia dar um pulo aqui. Porque eu vejo as pessoas falando: 'ah, mas eles são comunistas'. Eu não sei o que quer dizer isso. Mas se comunismo é isso aqui, é um sucesso".
Disse o senador Jaques Wagner ironizou, nesta terça-feira (5), ao comentar as críticas que são feitas à China e o preconceito pelo país se declarar comunista. O senador está em Shenzhen, no Sul chinês, e acompanhou a última apresentação da turnê do Neojiba - Núcleos Estaduais de Orquestras Juvenis e Infantis da Bahia, projeto que ajudou a fundar.