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arena castelao
Na última terça-feira (26), Fortaleza e Flamengo empataram em 0 a 0, na Arena Castelão, pela 35ª rodada do Campeonato Brasileiro. O jogo decisivo na luta pelas posições dentro do G4 tinha um grande significado, não só pela tabela de classificação, mas também pela marca de maior arrecadação da história do estádio alcançada pelo Leão da Pici. O valor arrecadado foi de R$ 3.034.107,00 milhões brutos.
A partida registrou o público total de 57.624 pessoas (56.646 de público pagante), sendo 978 do Fortaleza, 31.514 ingressos vendidos, 22.638 destinados para sócios torcedores presentes, 2.494 de cortesias (pessoas não pagantes).
59.344 assentos foram disponibilizados, não atingindo a capacidade total da arena, que somam 63.903 lugares, por causa do isolamento de segurança para a torcida visitante. Mesmo não tendo o número máximo disponibilizado, este é o maior montante de renda registrado no estádio.
Confira as três maiores arrecadações da Arena Cadtelão:
1) Fortaleza x Flamengo (Brasileiro, Série A, 2024) com R$ 3.034.107,00 milhões;
2) Fortaleza x Brasil de Pelotas (Brasileiro, Série C, 2015) com R$ 2.582.575,00 milhões;
3) Fortaleza x Flamengo (Brasileiro, Série A, 2023) com R$ 2.553.498,00 milhões.
PRÓXIMO CONFRONTO
No próximo domingo (1), o Fortaleza vai enfrentar o Vitória, pela 36ª rodada do Brasileirão. A partida, que será no Barradão, em Salvador, começará às 18h30. O Rubro-Negro busca confirmar sua permanência na elite do futebol neste confronto, enquanto o Tricolor busca se consolidar dentro do G4, classificando-se para a fase de grupos da Libertadores 2025, além de ter uma chance remota de conquistar o título do Brasileiro neste ano.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Flávio Bolsonaro
"Lula vai ficar do lado de criminosos?"
Disse o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) ao fazer duras críticas à atuação do presidente Luiz Inácio Lula da Silva na área da segurança pública. Flávio, pré-candidato do PL a presidente nas eleições de outubro, citou o projeto de lei antifacção, aprovado pelo Congresso Nacional em fevereiro e que ainda não foi sancionado por Lula.