Artigos
Os “meninus” do trio
Multimídia
Apesar de críticas, novo Sedur defende agilidade para avanços em Salvador
Entrevistas
Afonso Florence garante candidatura de Lula em 2026 e crava retorno ao Congresso: “Sou parlamentar”
arbitra agredida
Durante uma partida da Primeira C, na Colômbia, a árbitra Vanessa Ceballos foi vítima de agressão física após dar um cartão vermelho para um atleta em campo. O episódio aconteceu no estádio de Aracataca, no último final de semana.
SE SALIÓ DE LA ROPA
— Jose Borda (@Borda_analista) September 2, 2025
La árbitra colombiana Vanessa Ceballos dirigía un partido masculino de la 1C y se acercó al banco técnico a expulsar a Bolívar, el futbolista se paró, la encaró y le pegó una cachetada, "tuvieron que sujetar a la jueza porque quiso devolver la agresión". Vean pic.twitter.com/B3ZCPlOnIa
De acordo com o jornal espanhol Marca, a profissional dirigiu-se ao banco de reservas para impor uma punição disciplinar a um jogador chamado Bolívar. Após a expulsão, o atleta reagiu com um ato de violência e deu um tapa no rosto da juíza.
Em um vídeo registrado durante a partida, foi possível identificar que a árbitra precisou ser contida para não revidar a ação.
Após a repercussão do caso, a Liga de Futebol Magdalena publicou um comunicado em repúdio a agressão do jogador. Além disso, a entidade também afirmou que não haverá tolerância a qualquer forma de violência, especialmente contra mulheres.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Janja da Silva
"Hoje estabelecemos um marco para a sociedade brasileira, representada pelos três poderes, aqui presentes. Todos assumiram o compromisso e a responsabilidade de tornar a nossa sociedade um lugar em que as mulheres possam viver em paz. Queremos ser respeitadas, queremos ser amadas, queremos ser livres, queremos nos manter vivas".
Disse a primeira-dama Janja Silva em um discurso emocionado e com direito a lágrimas, ao abrir a solenidade de lançamento do Pacto Brasil de Enfrentamento ao Feminicídio. A iniciativa do governo Lula, chamada de “Todos por Todas”, busca unir os três poderes em ações coordenadas para prevenir a violência letal contra meninas e mulheres no país.