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Apoiadores do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) já intensificam a movimentação na Liberdade, em Salvador, horas antes da caminhada que o petista deve fazer pela região nesta sexta-feira (28), à tarde. O trajeto vai do Largo do Guarani ao Plano Inclinado da Liberdade.
Mesmo com a caminhada ainda não tendo começado, militantes do grupo petista e apoiadores já ocupam o local, na maioria vestidos de vermelho e branco.
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Foto: Ainoã Teles / Bahia Notícias

Foto: Ainoã Teles / Bahia Notícias

Foto: Ronne Oliveira / Bahia Notícias
Segundo informações do repórter do Bahia Notícias no local, a movimentação está bastante intensa entre a Estrada da Liberdade e a Rua São Cristóvão, de onde deve sair o trio elétrico com o presidente.
Comerciantes da região relataram ao BN receio de que ocorram atos de vandalismo durante o evento e de que isso gere algum tipo de prejuízo para os negócios deles.

Foto: Ainoã Teles / Bahia Notícias
Foto: Ainoã Teles / Bahia Notícias
O humorista Gustavo Mendes, conhecido por fazer imitações da ex-presidente Dilma Rouseff, discutiu com integrantes da plateia durante um show de humor na cidade de Teófilo Otoni, em Minas Gerais, na sexta-feira (30). Em entrevista ao colunista Léo Dias, do UOL, Mendes contou que chegou a sofrer ameaças de pessoas que se comportavam como apoiadoras do presidente Jair Bolsonaro.
"Eu sofri uma tentativa de boicote de partidos de extrema-direita. Durante o show, um grupo de cerca de 30 pessoas gritava ‘mito’ e coisas em apoio ao Bolsonaro. Eles estavam atrapalhando quem queria ouvir o show e foram na intenção de causar confusão. Eu ouvi gritos do tipo ‘eu paguei para ouvir piada e não ouvir politica’. Eu não falo de política na minha apresentação, eu faço piada. Eu nem tinha falado nada e estavam gritando isso, ou seja, chegaram com grito pronto", relatou o humorista.
Ao longo da discussão, Gustavo sugeriu que quem não estivesse gostando da apresentação saísse por livre e espontânea vontade, já que posteriormente teriam os valores dos ingressos ressarcidos. Ele, porém, ficou sabendo só depois que do lado de fora do local da apresentação pessoas lhe aguardavam para mais confusões. “Depois desse triste episódio, eu segui o show até o final com a casa lotada. Mais tarde fui saber que quiseram me agredir, ficaram me esperando na saída e iriam cercar meu carro. Agradeço muito à Polícia Militar que conseguiu resolver a situação, que é nova no Brasil, é uma polarização agressiva”, disse.
Apesar de todo o ocorrido, Gustavo contou que não se intimidou com o fato e que não terá medo em dar continuidade com o seu trabalho. "Eu estou bem e seguro. Sigo em Minas aproveitando minha família. Sei que esse grupo é uma minoria fascista que nem representam os eleitores do Bolsonaro. Há eleitores do Bolsonaro e fascistas, que por coincidência também votaram nele” e completou: "Não fiquei assustado e me sinto seguro no palco. Eu estava com microfone na mão e essas pessoas saíram de cabeça baixa. Nunca vou deixar de fazer nem falar nada, o palco é um santuário sagrado para o artista. Isso me dá mais forças para continuar, quero fazer rir e espalhar a mensagem da democracia. Não vou aceitar fascistas virem com ideias maldosas e tentativa de censura".
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Paulo Henrique Rodrigues
"O Brasil demorou para fazer políticas para entender que essa grande qualidade artística do nosso povo, um povo criativo, preparado intelectualmente e artisticamente, culturalmente muito rico, poderia significar renda, emprego, geração de uma indústria cultural ou criativa".
Disse o ministro do Empreendedorismo, da Microempresa e da Empresa de Pequeno Porte, Paulo Henrique Rodrigues Pereira ao ressaltar o impacto da economia criativa e a necessidade de estruturar o setor no país. Em entrevista ao programa Bahia Notícias no Ar, da rádio Antena 1 Salvador, o ministro fez um balanço sobre a relação entre cultura e negócios, reconhecendo que o Brasil tardou a transformar seu potencial em força econômica.