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Vice-presidente da República e ministro da Indústria e Comércio, Geraldo Alckmin teria ficado incomodado com as recentes notícias negativas envolvendo o presidente da Apex (Agência de Promoção de Exportações do Brasil), Jorge Viana.
Segundo aliados de Alckmin, uma das revelações que mais o incomodaram foi a de que Viana alterou o regimento interno da Apex, para acabar com a exigência de que o presidente da agência de exportações precisa comprovar fluência no inglês, conforme informou o Metrópoles, parceiro do Bahia Notícias.
Viana, que admite não ter domínio completo sobre a língua inglesa, mudou o estatuto da Apex para poder se manter no comando do órgão. Do contrário, ele poderia ter de deixar o posto.
Apesar do incômodo nos bastidores, Alckmin não fez qualquer comentário público sobre o assunto. Embora a agência seja subordinada à pasta do vice, Viana foi indicação direta do presidente Lula, que já deixou claro que não demitirá o aliado.
Atual presidente da Agência de Promoção de Exportações do Brasil (Apex-Brasil) e ex-senador do Acre, Jorge Viana (PT-AC), mudou o estatuto do órgão para poder continuar na presidência. O cargo tem salário de R$ 65 mil.
Segundo informações do Estadão, o estatuto da Apex previa o inglês fluente como "requisito mínimo" para presidir a instituição. A Apex é um órgão responsável por divulgar produtos brasileiros no exterior.
Mesmo sem o domínio do inglês, Jorge Viana chegou a ficar três meses no cargo. Contudo, o conselho deliberativo da Apex mudou o estatuto no dia 22 de março. Com a alteração, ao invés de obrigatório, a fluência do idioma inglês passou a ser “preferencial”.
A assessoria de Jorge Viana informou que ele fala inglês, mas não ao ponto de fazer um discurso. A assessoria também informou que a nomeação dele na Apex engrandece o órgão por conta da capacidade do ex-senador de diálogo e interlocução.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Flávio Bolsonaro
"Lula vai ficar do lado de criminosos?"
Disse o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) ao fazer duras críticas à atuação do presidente Luiz Inácio Lula da Silva na área da segurança pública. Flávio, pré-candidato do PL a presidente nas eleições de outubro, citou o projeto de lei antifacção, aprovado pelo Congresso Nacional em fevereiro e que ainda não foi sancionado por Lula.