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antonio rafaski
O ex-BBB Antonio Rafaski, que participou da 17ª edição do reality show global, está sendo acusado de abuso sexual por uma modelo. A jovem Janaína Ana da Silva, de 28 anos, acusa o rapaz de ter abusado sexualmente dela em um encontro na casa de amigos que aconteceu no dia 2 de dezembro de 2022.
Segundo Janaína, o abuso aconteceu após o primeiro beijo dado no ex-BBB. A modelo conta que após ficar com Antonio, ele a levou para o quarto e tentou tirar a roupa dela. Mesmo com as negativas, o rapaz seguiu insistindo e se tornou violento.
"Ele estava tão fora de controle ao ponto de rasgar a minha calcinha pra que eu tirasse. Super grosso e estúpido. Com medo, eu o chamava de louco e pedia para ele parar, querendo me levantar da cama. Ele dava risada, me pedia desculpas, falava para eu relaxar e que eu nunca iria conhecer alguém como ele", contou.
A modelo conta que o ex-BBB tentou penetrar ela e a machucou com os dedos. "Ainda na cama, ele tenta me penetrar, mas eu me neguei e ele enfiou dois dedos super forte na minha vagina, com a intenção de machucar, e machucou".
Após o ocorrido, Antônio continuou ligando para ela e quando descobriu que ela iria registrar o caso, passou a ameaçá-la. A modelo atualmente mora fora do Brasil e busca proteção para voltar ao país.
"Preciso de uma medida protetiva! Já fiz uma denúncia penal no Ministério Público de São Paulo. E também outra denúncia na delegacia da minha cidade natal. Não obtive nenhuma resposta. Tenho medo de estar no Brasil. Entrei para as estatísticas, e nada aconteceu. Deram baixa na minha denúncia, não deram procedência. No Brasil, quem tem dinheiro sempre leva vantagem nesses casos", relatou.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
João Roma
"A lei não pode ter lado político".
Disse o presidente estadual do PL na Bahia e pré-candidato ao Senado Federal pelo estado, João Roma, utilizou as redes sociais nesta sexta-feira (19) para comentar a operação de busca e apreensão realizada pela Polícia Federal (PF), com autorização do Supremo Tribunal Federal (STF), que teve como um dos alvos o senador Jaques Wagner (PT), líder do governo no Senado.