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antipetismo
A presidente da Fundação Nacional de Artes (Funarte), Maria Marighella, relembrou, nesta terça-feira (7), sobre sua filiação ao Partido dos Trabalhadores (PT), em 2020. Durante entrevista ao programa Bahia Notícias no Ar, na rádio Antena1 Salvador, a ex-vereadora de Salvador, disse que naquele momento o grupo buscava combater e enfrentar o “antipetismo” inflamado na ocasião. Ela explicou ainda que a repreensão não seria ao PT em si, mas aos partidos políticos no geral.
“Eu me filio em 2020, eu me filio agora. Estava dizendo que para fora a gente tinha que combater o antipetismo. Volto a dizer o antipetismo não fala ao PT. O antipetismo criminaliza partidos políticos, pois o Brasil, na verdade, não tem tantos partidos como uma tradição de partidos. O Brasil, muitas vezes tem legendas que são moradias temporárias porque o sistema eleitoral brasileiro precisa de partido. [...]”, disse aos apresentadores Maurício Leiro e Rebeca Menezes.
A baiana ainda comentou que a sigla petista se tornou um grupo político importante em um momento de uma renovação política.
“O PT se torna um partido importante, porque ele é o maior partido mesmo do Brasil com estrutura partidária real. Então, para fora, eu queria e precisava debater com o antipetismo, não nos interessa o antipetismo, mesmo que a gente possa incidir, debater partido ou o próprio PT, mas para dentro, eu queria fazer essa disputa, queria debater valores [...]”, complementou.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Janja da Silva
"Hoje estabelecemos um marco para a sociedade brasileira, representada pelos três poderes, aqui presentes. Todos assumiram o compromisso e a responsabilidade de tornar a nossa sociedade um lugar em que as mulheres possam viver em paz. Queremos ser respeitadas, queremos ser amadas, queremos ser livres, queremos nos manter vivas".
Disse a primeira-dama Janja Silva em um discurso emocionado e com direito a lágrimas, ao abrir a solenidade de lançamento do Pacto Brasil de Enfrentamento ao Feminicídio. A iniciativa do governo Lula, chamada de “Todos por Todas”, busca unir os três poderes em ações coordenadas para prevenir a violência letal contra meninas e mulheres no país.