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antipetismo
A pesquisa Nexus/BTG Pactual divulgada nesta segunda-feira (30), além de confirmar o cenário de disputa acirrada entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) no primeiro e no segundo turno, buscou entender junto aos eleitores brasileiros como a polarização política afeta a sua escolha entre os dois principais candidatos. O resultado do levantamento revela que o antipetismo é, no momento, um sentimento mais forte do que o antibolsonarismo.
De acordo com o resultado dos questionamentos feitos aos entrevistados, a pesquisa Nexus/BTG avaliou que o percentual dos que dizem ser “anti-Lula” chegou a 39% dos eleitores. Já o percentual dos que afirmam ser “anti-Bolsonaro e sua família” está em 30%.
Os entrevistados da Nexus responderam à questão “Sou Anti-Lula” ou “Sou Anti-Bolsonaro” marcado o nível de sua concordância com a afirmação em uma tabela de 1 a 10, sendo que o 10 representava uma concordância integral com a afirmação e o 0 uma discordância completa. No caso do presidente Lula, contando as respostas entre os números 7 a 10, o percentual de antilulistas chega a 44%.
Já em relação à família Bolsonaro, o perfil dos que rejeitam não apenas o pai, Jair Bolsonaro, mas também o filho, Flávio Bolsonaro, chega-se a um índice total de 35% nas respostas de 7 a 10. A diferença da rejeição total a Lula sobre a família Bolsonaro é de 9%.
Na outra ponta, da discordância em relação ao sentimento de rejeição, os índices são menos favoráveis a Lula do que à família Bolsonaro. Nas respostas de 0 a 3, que marcariam em tese os que seriam favoráveis ao presidente, o percentual chega a 33%.
No caso da família Bolsonaro, as respostas de 0 a 3, dos que não se colocam como “Anti-Bolsonaro”, chega-se a um percentual de 39%. Com isso, o presidente Lula possui um déficit de 11%, enquanto a família Bolsonaro tem um superávit de 4%.
A partir do cruzamento das respostas dos entrevistados em todo o Brasil, a pesquisa Nexus/BTG agrupou os eleitores brasileiros em seis grupos, que seriam os seguintes:
Bolsonaristas convictos - 27%
Não-polarizados - 23%
Lulistas convictos - 21%
Anti-Lula e Anti-Bolsonaro - 8%
Bolsonaro como alternativa - 8%
Lula como alternativa - 5%
A pesquisa Nexus/BTG ouviu 2006 eleitores de 27 a 29 de março de 2026. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, com intervalo de confiança de 95%. O registro no TSE é BR-078/75/2026.
A presidente da Fundação Nacional de Artes (Funarte), Maria Marighella, relembrou, nesta terça-feira (7), sobre sua filiação ao Partido dos Trabalhadores (PT), em 2020. Durante entrevista ao programa Bahia Notícias no Ar, na rádio Antena1 Salvador, a ex-vereadora de Salvador, disse que naquele momento o grupo buscava combater e enfrentar o “antipetismo” inflamado na ocasião. Ela explicou ainda que a repreensão não seria ao PT em si, mas aos partidos políticos no geral.
“Eu me filio em 2020, eu me filio agora. Estava dizendo que para fora a gente tinha que combater o antipetismo. Volto a dizer o antipetismo não fala ao PT. O antipetismo criminaliza partidos políticos, pois o Brasil, na verdade, não tem tantos partidos como uma tradição de partidos. O Brasil, muitas vezes tem legendas que são moradias temporárias porque o sistema eleitoral brasileiro precisa de partido. [...]”, disse aos apresentadores Maurício Leiro e Rebeca Menezes.
A baiana ainda comentou que a sigla petista se tornou um grupo político importante em um momento de uma renovação política.
“O PT se torna um partido importante, porque ele é o maior partido mesmo do Brasil com estrutura partidária real. Então, para fora, eu queria e precisava debater com o antipetismo, não nos interessa o antipetismo, mesmo que a gente possa incidir, debater partido ou o próprio PT, mas para dentro, eu queria fazer essa disputa, queria debater valores [...]”, complementou.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
João Roma
"A lei não pode ter lado político".
Disse o presidente estadual do PL na Bahia e pré-candidato ao Senado Federal pelo estado, João Roma, utilizou as redes sociais nesta sexta-feira (19) para comentar a operação de busca e apreensão realizada pela Polícia Federal (PF), com autorização do Supremo Tribunal Federal (STF), que teve como um dos alvos o senador Jaques Wagner (PT), líder do governo no Senado.