Artigos
Os “meninus” do trio
Multimídia
Apesar de críticas, novo Sedur defende agilidade para avanços em Salvador
Entrevistas
Afonso Florence garante candidatura de Lula em 2026 e crava retorno ao Congresso: “Sou parlamentar”
anonymous
Pela terceira vez em uma semana, o site da Câmara Municipal de Salvador (CMS) foi invadido e está fora do ar. O Bahia Notícias recebeu um comunicado do Coletivo Internacional Anonymous, na tarde desta terça-feira (10), informando o ataque e ao acessar o portal, foi constatado o fato.
LEIA MAIS
- Site da Câmara Municipal de Salvador fica fora do ar após invasão de hackers
- Após três horas fora do ar, site da Câmara de Salvador volta ao funcionamento normal
- Sites da CMS e de universidades baianas ficam fora do ar após novo ataque hacker
“Estamos protestando contra o assédio sexual dentro das universidades e solicitamos uma resposta principalmente da Câmara Municipal para averiguar de forma adequada e transparente os casos de assédio sexual dentro das universidades”, justificou o hacker Azael, que reivindica o ataque.

Ainda segundo a nota, a manifestação acontece para que Casa se atente sobre o pedido, em reforço aos direitos humanos, para "ajudar as vítimas de assédio dentro das universidades”. Além do Legislativo de Salvador, também foram alvos os sites da Universidade Federal do Sul da Bahia (UFSB), da Universidade Estadual de Feira de Santana (Uefs) e um sistema de educação à distância da Universidade Federal da Bahia (Ufba).
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Janja da Silva
"Hoje estabelecemos um marco para a sociedade brasileira, representada pelos três poderes, aqui presentes. Todos assumiram o compromisso e a responsabilidade de tornar a nossa sociedade um lugar em que as mulheres possam viver em paz. Queremos ser respeitadas, queremos ser amadas, queremos ser livres, queremos nos manter vivas".
Disse a primeira-dama Janja Silva em um discurso emocionado e com direito a lágrimas, ao abrir a solenidade de lançamento do Pacto Brasil de Enfrentamento ao Feminicídio. A iniciativa do governo Lula, chamada de “Todos por Todas”, busca unir os três poderes em ações coordenadas para prevenir a violência letal contra meninas e mulheres no país.