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annita
A cantora Anitta se pronunciou sobre a polêmica da vez envolvendo o nome artístico dela e a batalha contra a farmacêutica FARMOQUÍMICA S.A, que tenta o registro no Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI).
Por meio de nota divulgada pela BPMcom, que cuida da assessoria da funkeira, foi reforçado que a movimentação da artista tenta impedir apenas que a empresa registre um novo produto com a grafia dela, e não tem impacto no vermífugo 'Annita'.
No comunicado, a equipe da artista ainda informa que Anitta já tinha tido a ideia de usar o próprio nome para lançar uma linha de cosméticos e que, caso a farmacêutica fizesse o mesmo, poderia gerar confusão.
"Esclarecemos que a empresa responsável pelo vermífugo "Annita" tem registro deste nome apenas para medicamentos e produtos farmacêuticos, com uma grafia diferente do nome da cantora (com duas vezes a letra N). Porém, em dezembro de 2022, a farmacêutica pediu para registrar a marca "Anitta" agora com a mesma grafia usada pela artista para produtos da área de cosméticos. Como a cantora já tinha feito anteriormente esse registro para cosméticos, sua equipe jurídica apresentou uma oposição."
O pedido da cantora ainda está sob análise do INPI. Vale lembrar que a artista já tem uma marca registrada em vigor para a comercialização de produtos como água de cheiro, colônia, batons, glitter, condicionador, cosméticos para crianças, esmaltes, maquiagem, shampoos, maquiagens, sabonetes e desodorantes, sendo a 'Podmake'.
A cantora Anitta entrou com uma disputa judicial pelo direito de registro e uso da marca “Anitta”. Desde 2023, a artista disputa com a farmacêutica responsável pelo vermífugo “Annita” no Instituto Nacional de Propriedade Industrial (INPI).
Segundo a coluna Daniel Nascimento, do jornal O Dia, a artista não deseja ter seu nome e imagem vinculado ao medicamento e outros produtos que não sejam de sua própria linha.
Além do medicamento antiparasitário, a farmacêutica também possuia propriedade da grafia “Anitta”, assim como o nome artístico da cantora, no setor de cosméticos e outra empresa tem o nome registrado para produção de gin.
Segundo o jornal, a brasileira pede o cancelamento da marca para a bebida alcoólica e disputa a propriedade das outras marcas que podem ser relacionadas a sua imagem.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
André Viana
"Quando você tem o monitoramento nos parlatórios, onde não é possível efetuar essa difusão de tratativas, determinações por parte da liderança para o mundo aqui fora, você traz o isolamento para o crime e nos ajuda por demais no enfrentamento à criminalidade".
Disse o delegado-geral da Polícia Civil da Bahia (PC-BA), André Viana ao defender a ampliação do monitoramento nos parlatórios dos presídios de segurança máxima do estado. Em entrevista ao programa Bahia Notícias no Ar, da rádio Antena 1 Salvador, nesta sexta-feira (18), o delegado afirmou que a medida ajudaria a bloquear a comunicação entre detentos e integrantes de organizações criminosas do lado de fora das unidades prisionais.