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angerona
A Secretaria da Segurança Pública do Estado (SSP-BA) afirmou que houve redução de 83% de homicídios durante os quatro dias da Operação Angerona, deflagrada no Conjunto Penal de Feira de Santana. Entre a segunda-feira (21) e esta quinta-feira (24), foi registrado um homicídio contra seis caos no mesmo período do ano passado.
Segundo a SSP-BA, também foram retiradas dezenas de armas brancas, durante revistas em mais de 300 celas. Entre os mais de 1,9 mil internos, estão apenados 34 que exerciam o papel de liderança de grupos criminosos no lado de fora do Conjunto Penal, os quais foram revistados e tiveram as celas vasculhadas. A operação visa combater a comunicação entre internos dos presídios e criminosos que estão fora do local.

Foto: Tony Silva - Nucom / Seap
A SSP-BA informou ainda que o sistema de reconhecimento facial da pasta segue em funcionamento nos arredores do Conjunto Penal. Uma base móvel do monitoramento foi instalada na unidade prisional, para identificar suspeitos que circulem na região, além de frustrar qualquer ação criminosa no perímetro.
A Operação Angerona é coordenada pela Superintendência de Gestão Prisional (SGP), com a atuação da Diretoria de Segurança Prisional (DSP), do Grupamento Especializado em Operações Prisionais (GEOP), da Central de Monitoração Eletrônica de Pessoas (CMEP), Coordenação de Monitoração e Avaliação do Sistema Prisional (CMASP), Grupo de Segurança Institucional (GSI), além do Ministério Público da Bahia (MP-BA).
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Janja da Silva
"Hoje estabelecemos um marco para a sociedade brasileira, representada pelos três poderes, aqui presentes. Todos assumiram o compromisso e a responsabilidade de tornar a nossa sociedade um lugar em que as mulheres possam viver em paz. Queremos ser respeitadas, queremos ser amadas, queremos ser livres, queremos nos manter vivas".
Disse a primeira-dama Janja Silva em um discurso emocionado e com direito a lágrimas, ao abrir a solenidade de lançamento do Pacto Brasil de Enfrentamento ao Feminicídio. A iniciativa do governo Lula, chamada de “Todos por Todas”, busca unir os três poderes em ações coordenadas para prevenir a violência letal contra meninas e mulheres no país.