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angela diniz
A nova adaptação sobre o assassinato da socialite mineira Ângela Diniz, protagonizada pela atriz Marjorie Estiano, estreia em 13 de novembro. A produção, que será lançada dois anos após o filme estrelado por Isis Valverde, é da HBO Max.
A série terá seis episódios que acompanharão a história da mulher que foi assassinada pelo último namorado, Doca Street, que alegou “legítima defesa da honra” em julgamento. A produção se baseia no podcast “Praia dos Ossos”, da Rádio Novelo.
Com nomes como Emilio Dantas, Evandro Lins Silva e Antonio Fagundes, a série será exibida pela primeira vez no Festival do Rio, em outubro. O caso de Ângela Diniz marcou a luta dos direitos das mulheres no Brasil devido ao desenrolar do caso.
A Conspiração Filmes vai lançar uma série de ficção sobre o assassinato da socialite Ângela Diniz. A obra, segundo a coluna de Mônica Bergamo, na Folha, será uma adaptação do podcast “Praia dos Ossos”, que aborda o fato sob uma perspectiva feminista.
Conhecida como "Pantera Mineira", Ângela foi assassinada em 1976 pelo seu então companheiro, Raul Fernando Doca Street, com quatro tiros na cabeça, na praia de Búzios, no litoral fluminense.
O caso ganhou notoriedade pelo viés machista da defesa do neto do empresário Jorge Street, fato que provocou manifestações e movimentos pelo direito das mulheres.
Segundo a Folha, no primeiro julgamento, em 1979, o advogado Evandro Lins e Silva afirmou que seu cliente agiu “em legítima defesa da honra”.
Doca Street foi considerado culpdo no segundo julgamento, realizado em 1981. O réu recebeu pena de 15 anos.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Luiz Inácio Lula da Silva
"Eu fiquei triste, porque ele não foi derrotado por incompetência jurídica, porque ele é um dos melhores advogados desse país, ele foi derrotado por uma questão simplesmente política. E o que vai acontecer? Eu vou mandar o Messias outra vez. Por respeito à função presidencial, sou eu que indico".
Disse o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) ao confirmar que vai enviar ao Senado o nome do advogado-geral da União, Jorge Messias, para a vaga do Supremo Tribunal Federal (STF). O AGU teve sua primeira indicação rejeitada no Senado no último dia 29 de abril.