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O delegado-geral da Polícia Civil (PC-BA) (PC-BA), André Viana, defendeu que a união das forças de segurança é o principal foco das ações da corporação, em conjunto com a Secretaria de Segurança Pública (SSP-BA). Em entrevista ao Bahia Notícias no Ar, na Antena 1 Salvador (100.1) nesta sexta-feira (18), o delegado afirmou que as forças de segurança atuam em várias frentes para o combate dos crimes.
“A gente pode fazer uma analogia com a doença. Então, nós vamos ter diversos tipos. Então, na em relação ao grande problema que eu entendo que nós enfrentamos, que são os crimes virtuais. Pois os crimes virtuais, eles adquirem uma amplitude enorme e dão uma falsa sensação de impunidade e, ao mesmo tempo, eles superam fronteiras e divisas, fronteira países e divisas dos estados”, narra o delegado.
Para Viana, para garantir uma atuação transversal, incluindo crimes contra o patrimônio e as ações de milícias ou tráfico, são realizadas diversas operações coordenadas. “A gente tem esse grande ponto, que é o mais complexo, mas nós temos diversas ações”, diz.
“Você falou em referência à questão das ações típicas de milícia, em relação ao tráfico de drogas. Então, nós tivemos uma operação agora, a Mobile, muito boa, reduziu mais de 20% a questão de furtos e roubos de celulares. Nós tivemos a operação Ressonância, que é uma operação referente aos veículos, onde devolvemos mais de 400 veículos em duas fases. Duas fases dessa operação, que também era emblemática a nível de patrimônio. Nós temos diversas ações a nível de tráfico de drogas. Hoje mesmo eu tô com o Denarc (Departamento Especializado de Investigação e Repressão ao Narcotráfico) operando na região da Valéria”, detalha o delegado responsável pela PC.
Segundo o gestor, “nós estamos operando dia e noite com todo o nosso efetivo, mas na grande figura da integração das forças. A integração das forças, eu entendo que é o que mais a sociedade espera por parte das forças de segurança pública. Ou seja, nós temos a polícia ostensiva na rua”.
Como exemplo da boa integração entre as forças policiais, ele cita a operação realizada pela Polícia Militar (PM-BA) na região de Cajazeiras, em Salvador, na terça-feira (15). “Tivemos a Polícia Militar efetuando uma grande operação em Cajazeiras. Nós temos a Polícia Civil (PC-BA) efetuando a investigação, identificando esses crimes e procurando encontrar as ferramentas que sejam mais efetivas nesse cenário de enfrentamento à criminalidade, principalmente com esse viés da asfixia financeira”, detalha.
Ao falar sobre a PM, André Viana destaca ainda a ação conjunta com a Polícia Federal e a Força Integrada de Combate ao Crime Organizado.
“E nós temos todas as as demais forças, tem a Polícia Federal, a figura da FICCO – atuando inclusive com uma grande operação aí há dois dias atrás, a [operação] Eirene, que ela traz a questão da paz em grego, uma região daquela região de Jequié com a asfixia de R$ 20 milhões também –. Então, a gente espera realmente nessa conjunção de esforços apresentar esses resultados que a Secretaria de Segurança Pública vem apresentando”, completa.
O delegado-geral da Polícia Civil (PC-BA), André Viana, destacou que o aumento da sensação de insegurança e a dificuldade no combate ao crime organizado são problemas nacionais e internacionais. Em declaração dada ao Bahia Notícias no Ar, na Antena 1 Salvador (100.1) nesta segunda-feira (18), o delegado diz que ao analisar o cenário na Bahia, é necessário “contextualizar o problema”.
“Nós temos que contextualizar o problema. Esse problema da segurança é um problema mundial, tem diversos países enfrentando essa questão e vamos colocar em relação ao Brasil. No Brasil, nós tivemos um grande poder de organização, principalmente na região sudeste, que algumas ações que foram efetuadas lá em parceria”, detalha o gestor da Polícia Civil (PC-BA).
O delegado relata que, nesse cenário, as forças de segurança precisam agir de forma conjunta e interestadual. “Ou seja, vamos colocar alguns estados da região sudeste, eles já têm o histórico deles [os integrantes da organização criminosa] da criminalidade, é uma coisa muito antiga e eles robusteceram, eles cresceram muito, fortificaram as ações e a polícia passou a não entrar naquelas áreas deflagradas. E por outro lado, neste nosso trabalho aqui, fez com que grandes lideranças nossas migrassem para lá e continuassem mantendo. Nós temos localização específica das lideranças, onde elas estão lá e nós não podemos alcançar”.
Ainda com relação ao Rio de Janeiro, André Viana diz que “em uma favela específica, nós não podemos entrar porque o efeito colateral é muito grande e a polícia do Rio, a polícia desses estados, infelizmente, termina não podendo realmente deflagrar aquela operação por questões do efeito colateral que essa operação vai gerar”.
Para lidar com a questão, o delegado volta a defender a integração das forças de segurança e a colaboração de todos os entes da União. “Então, a principal conjunção que eu entendo disso para tratar como solução para o problema é a integração das forças. Integração com o governo federal, integração com o governo estadual, integração com o governo municipal. Nós temos que ter quanto mais pessoas, mais entes na figura da segurança pública entendendo isso não simplesmente como um problema de polícia, um problema de todas as secretarias envolvidas nessa conjunção de esforços”, ressalta.
O gestor da Polícia Civil (PC-BA) na Bahia (PC-BA) aponta que “o problema é grave, volto a dizer, nacional, as organizações estão presentes, mas acredito demais nessa conjunção de esforços e na medida e também nas mudanças na legislação”. “Nós precisamos avançar”, conclui.
O delegado-geral da Polícia Civil, André Viana fez um balanço sobre a Operação Eirene II, deflagrada na manhã desta quarta-feira (16), que cumpriu 21 mandados de prisão na Bahia em meio a investigação contra um grupo acusado de tráfico de drogas e outros crimes, principalmente no Sudoeste baiano.
A ação conjunta, com a participação da Força Integrada de Combate ao Crime Organizado (FICCO) Bahia e as polícias Militar, Civil e Federal, realizou ações na Bahia, São Paulo, Minas Gerais e Goiás. Ao total, foram cumpridos 33 mandados de prisão nos quatro estados.
“Nessa operação, a FICCO foi muito feliz em efetuar 33 prisões de forma integrada em quatro estados, e concentrando as ações aqui na Bahia. Na Bahia, só na região de Jequié, em específico, nós tivemos nove prisões lá”, confirma. “Então, foram 21 prisões até agora na Bahia, são 33 prisões no total e as equipes ainda continuam empenhadas no sentido de efetuar mais prisões”, conclui.
A ação conjunta também atuou na asfixia financeira do grupo. A Justiça autorizou a constrição patrimonial de mais de R$ 12 milhões em ativos financeiros e bens vinculados aos investigados. Sobre isso, o delegado Viana destacou que esse viés de atuação é o “norte” das forças de segurança pública da Bahia.
“O golpe referente à asfixia financeira continua a ser o norte de todas as nossas instituições voltadas realmente ao que mais danifica, vamos dizer, a organização criminosa. E nós temos aí mais de milhões bloqueados, da mesma forma, com autorização judicial por parte da investigação coordenada pela FICCO”, garante.
André Viana ainda fez um balanço ainda sobre a 2ª Fase da Operação Ressonância, que realizou a devolução de imóveis recuperados pela Polícia.
“Nós tivemos também uma grande entrega hoje referente à Operação Ressonância, que foi a devolução de veículos, foram mais de 400 veículos recuperados e hoje nós fizemos a entrega desses veículos para a população. Então, assim, mais um por mais um ponto importante referente às ações policiais”, aponta.
O delegado-geral da Polícia Civil, André Viana, comentou sobre a ação da Polícia Militar em Cajazeiras, nesta terça-feira (15), que resultou na apreensão de um colete balístico similar ao utilizado pelo Exército Brasileiro. Em entrevista coletiva, o delegado afirmou que a ação da PM “vai resultar, com certeza, em vidas salvas” e confirmou a apreensão de armas durante a ação.
A operação citada por André Viana foi conduzida pelo Batalhão de Patrulhamento Tático Móvel (BPATamo) nesta terça-feira (15), no bairro de Cajazeiras 11, em Salvador. A ação terminou com nove suspeitos de integrarem a facção BDM mortos após confronto com agentes de segurança. Um homem foi preso.
Nas palavras do delegado, “foi uma operação impactante por parte da Polícia Militar e que vai resultar com certeza em vidas salvas”. “Então, nessa operação foram apreendidas diversas armas, armas de grande porte e foi efetuada a apreensão de um colete balístico, que tudo indica que tenha relação com a investigação do Reino Oculto”, afirmou.
A investigação em questão apura a ação de um militar do Exército, apontado como responsável por liderar um suposto esquema de desvio de armamentos e munições das forças armadas para abastecer organizações criminosas. Segundo os investigadores, o cabo Deivison dos Santos Ferreira, lotado no 6º Batalhão de Polícia do Exército, em Salvador, seria o responsável pelas negociações com integrantes do tráfico de drogas.
O delegado Viana segue dizendo que “logo mais iremos aprofundar [as investigações] para poder realmente dar uma informação que esteja confirmada com os dados apurados junto com o Exército Brasileiro”.
O responsável pela Polícia Civil da Bahia completa dizendo que o uso da força na operação se deu justamente porque os suspeitos teriam reagido a ação policial. “Mas uma operação que traz esse condão de um impacto muito grande a nível da força de segurança, por justamente por conta dos criminosos terem reagido à voz de prisão por parte da Polícia Militar”, completa.
Com a decisão tomada pela maioria dos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) de rejeitar a decisão de André Mendonça de garantir a prorrogação da CPMI do INSS, o presidente da comissão, senador Carlos Viana (Podemos-MG) já anunciou que a comissão se reunirá na manhã desta sexta (27). A reunião se destinará a votar o relatório final sobre a investigação, já que o prazo final de funcionamento do colegiado é este sábado (28).
Segundo o relator da CPMI, deputado Alfredo Gaspar (PL-AL), serão sugeridos indiciamentos de mais de 220 pessoas envolvidas com as fraudes no INSS. O relatório possui mais de cinco mil páginas.
Os membros do governo na CPMI afimam que apresentarão um relatório paralelo sobre as investigações com outros pedidos de indiciamento. Esse relatório paralelo só será votado, entretanto, se o parecer do relator for rejeitado pela maioria.
Caso nenhum dos documentos sejam aprovados, a CPMI do INSS encerrará seus trabalhos sem ter um parecer final a ser encaminhado a órgãos como a Procuradoria-Geral da República.
Em entrevista após a decisão do STF, o senador Carlos Viana disse que a rejeição à decisão de André Mendonça representou o fim do sonho dos aposentados.
"Se o relatório não for aprovado, desde já, quem perde não somos nós, pois o dono do relatório, que é o povo brasileiro, sabem exatamente o que aconteceu e quem blindou ladrões de aposentados", afirmou Viana.
O Delegado-Geral da Polícia Civil da Bahia, André Viana, anunciou nesta quinta-feira (12), durante a abertura do Carnaval no circuito Osmar (Campo Grande), um aumento de 37% no efetivo da corporação para a festa de 2026. O reforço será direcionado especialmente ao atendimento de mulheres e grupos vulnerabilizados nos circuitos oficiais.
Em entrevista ao Bahia Notícias, o delegado afirmou que a instituição atuará de forma integrada com outras forças de segurança e garantiu que a meta é realizar o “Carnaval mais seguro de todos os tempos”.
"No Carnaval 2026 a Polícia Civil vai estar marcando presença de uma forma forte, justamente para cumprir a sua missão de protejer a sociedade. A orientação do nosso secretário e acho que a grande solução no pacote de segurança pública é a ferramenta integrada, a união das forças. Ou seja: Polícia Civil, Polícia Militar, Polícia Penal, Guarda Municipal, Polícia Federal, Polícia Rodoviária Federal, então, todos para garantir a segurança. É o maior evento do mundo, então nós precisamos realmente garantir que esse evento seja de sucesso, que o folião se sinta coberto e protegido e essa é a nossa grande missão", declarou.
Segundo Viana, a estratégia inclui investimento em capacitação, inteligência e investigação, com foco na identificação rápida de autores de crimes, inclusive durante o evento.
"A Polícia Civil preparou um pacote, e nesse pacote nós primeiro trabalhamos primeiro com a capacitação e o treinamento dos nossos servidores, para quê? Para ofertar o melhor serviço mesmo. Servidores capacitados no atendimento, no acolhimento do cidadão, mas principalmente nas atividades de investigação e inteligência para identificar o autor de qualquer conduta criminosa. Seja um furto ou um roubo de celular, seja importunação sexual... Então, o crime que venha ocorrer, que a gente possa dar resposta durante o evento. Ou seja, se a gente não conseguir efetuar a prisão em flagrante, que às vezes não é tão simples, mas que durante aquele evento a gente consiga identificá-lo e, através do ciclo virtuoso, aí eu já incluo o Judiciário e o Ministério Público, a gente possa promover a representação para ser acolhida e termos a decisão final de uma medida cautelar, seja uma prisão preventiva, seja uma prisão temporária e prender aquele infrator ou criminoso durante o evento. Então esse é o nosso objetivo maior no carnaval".
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Foto: André Carvalho / Bahia Notícias.
REFORÇO NO ATENDIMENTO AS MULHERES E GRUPOS VULNERABILIZADOS
O Delegado-Geral destacou que o aumento de 37% no efetivo foi aplicado nos postos SERVVIR (Serviço Especializado de Respeito a Grupos Vulnerabilizados e Vítimas de Intolerância e Racismo), estrutura que já havia apresentado resultados positivos em 2025.
"É importante colocar que nós colocamos mais de 37% do efetivo do ano passado [2025] nesse ano [2026] numa coisa que deu certo. No acolhimento aos crimes contra as mulheres e bem como aos grupos vulnerabilizados. Então temos que reprimir os crimes contra as mulheres e acolher todos os grupos vulnerabilizados e aumentamos em 37% do efetivo nesse sentido nos postos SERVVIR (Serviço Especializado de Respeito a Grupos Vulnerabilizados e Vítimas de Intolerância e Racismo). Nós temos 36 postos espalhados pelo carnaval. Central de Flagrantes, Posto PPI, Postos das unidades especializadas, todas para proporcionalizar o melhor serviço para o cidadão. Não tem como andar 50 metros no circuito sem ter um agente de segurança, um agente público para executar esse apoio à sociedade de modo geral. Então nós temos que ter realmente o carnaval mais seguro de todos os tempos", afirmou.
Ao todo, serão 36 postos distribuídos pelos circuitos, além da Central de Flagrantes, Posto PPI e unidades especializadas.
CAMPANHA CONTRA IMPORTUNAÇÃO SEXUAL
Viana também ressaltou que qualquer agente está apto a receber denúncias e encaminhar vítimas para atendimento adequado. Ele mencionou ainda ações de comunicação e campanhas educativas.
"Qualquer oficial [está preparado para receber] vai encaminhar para o posto devido. Nós trabalhamos muito no pilar da comunicação, que derivou diversos vídeos autoexplicativos, mostrando a função de cada um nas ações de função da proteção às mulheres. Nós temos a campanha 'Não me Pegue, Não Me Toque', com o Ilê Ayê. Importunação sexual é crime, a não ser que haja um desejo mútuo. E nós temos que identificar o autor e promover a punição atráves do ciclo virtuoso, muito importante isso, teremos plantões excepcionais do judiciário no carnaval. Para conseguirmos as medidas [cautelares]".
O delegado citou ainda o caso recente de importunação sexual ocorrido na Ondina, no último dia 8 de fevereiro, durante as prévias do Carnaval.
"Os crimes que aconteceram nas prévias de carnaval foram todos identificados. Os que não foram presos foram submetidos a outras medidas de segurança, proibidos de entrarem nos circuitos, usando tornozeleira eletrônica, tirando o potencial lesivo deles durante o carnaval. O Governador cobrou bastante o pilar da comunicação para dar satisfação a sociedade de tudo que está sendo efetuado e para que possamos apresentar as medidas que a sociedade espera, que tenhamos o carnaval mais seguro de todos os tempos", finalizou.
RELEMBRE O CASO
No episódio citado, o suspeito abordou uma mulher ao descer de um carro e tocou em suas partes íntimas. Minutos depois, aproximou-se de outra vítima, que finalizava uma caminhada, repetindo a conduta. Após as ações, deixou o local sorrindo e olhando para câmeras de segurança. O homem foi identificado e preso nesta quinta-feira (12).
O delegado-geral da Polícia Civil, André Viana, recebeu o ator e diretor André Gonçalves na 7ª Delegacia Territorial do Rio Vermelho durante a manhã desta segunda-feira (2) e reforçou as investigações para encontrar objetos furtados na festa de Iemanjá. O artista teve seu celular subtraído na madrugada desta segunda, em Salvador, e viralizou nas redes sociais ao relatar ao ocorrido.
No encontro, Viana informou que a Polícia Civil está prestando assistência para identificar os autores do furto e encontrar o aparelho.
“Estamos dando total assistência e com uma preocupação referente a todos os foliões. Para terem atenção referente ao aparelho, ao mesmo tempo que a polícia possa fazer o seu trabalho no sentido de identificar e possibilitar, não só a prisão desse ator, mas também a recuperação desses aparelhos. Então estamos com equipes voltados nesse sentido e queremos mostrar toda a atenção, não só ao ator específico, mas para pegar todo o folião que vem aqui para a Bahia, que possa receber a devida assistência”, disse o delegado.
O ator agradeceu e ressaltou que se sentiu “seguro” durante os festejos, mas que foi furtado durante um momento de “confusão”.
“Eu quero agradecer de coração e eu percebo realmente que há uma preocupação muito grande da segurança pública da polícia. Eu me senti protegido com muita polícia em volta, mas infelizmente aconteceu dentro do miolo da confusão. Eu percebo que é um olhar carinhoso de vocês em relação a todo turista que está na cidade, eu sinto isso andando nas ruas, eu conheço Salvador, frequento aqui desde 1987, então eu amo a Bahia. Agradeço de coração o que vocês estão fazendo, a atenção que vocês estão dando, como dão para todos”, disse o ator.
Confira o registro do encontro:
Em evento que anunciou a reestruturação da segurança pública da Bahia nesta segunda-feira (11) em Salvador. O Governo do estado promete mudanças significativas na estrutura da Polícia Civil com a criação de um Delegado-Geral de Operações Adjunto para ampliar e unificar a atuação da corporação com a criação de duas novas diretorias regionais.
Segundo o delegado-geral André Viana, o novo cargo aprovado no projeto melhora atuação da corporação com a criação de duas novas diretorias regionais, unificando os esforços na gestão das operações policiais.
“Tenho certeza de que as respostas virão a curto prazo. Em toda a Bahia, a resposta será uma só. O senhor governador sancionou a criação do cargo de delegado-geral de operações adjunto, e agora as operações terão uma única pessoa no comando”, discursa o delegado.
O delegado também relata o volume de trabalho da Polícia Civil, mencionando que "foram mais de 250 operações realizadas somente este ano". A criação das duas novas diretorias regionais pode oferecer maior suporte administrativo e operacional às ações no interior do estado. O projeto foi assinado pelo governador e será votado na Assembleia Legislativa da Bahia (AL-BA).
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Navi Pillay
"Talvez dividiria com Trump".
Disse a vencedora do Prêmio Nobel da Paz de 2026 nesta sexta-feira (9), a jurista sul-africana Navanethem "Navi" Pillay ao brincar com a reação do público e declarou que, se os aplausos continuassem, "talvez dividiria o prêmio com Trump". Em tom descontraído, a premiada questionou se o anúncio era real: "Como advogada e juíza, ainda quero verificar se tudo isso é verdade", brinca.