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Diego Roncaglio precisou escolher apenas uma opção entre defender seu país ou o seu clube. O brasileiro não titubeou e optou pelo Brasil. O goleiro não foi libertado pelo Anderlecht, da Bélgica, para se apresentar à seleção no Rio de Janeiro para o período de preparação para a Copa do Mundo, que começou no último sábado (14), no Uzbequistão.
Confirmado o embate, o catarinense de 36 anos preferiu rescindir com a equipe belga e pagou a multa do próprio bolso. De acordo com o portal Relevo, da Espanha, o valor da rescisão era de 20 mil euros (aproximadamente R$ 123 mil). Permanecer no Anderlecht seria dar adeus ao sonho de disputar a Copa.
"Reconheço que não foi fácil fazer isso, pensando na minha família e que tenho que cuidar da minha esposa e do meu filho, mas eles sabem que era o meu sonho estar aqui disputando uma Copa do Mundo e talvez seja minha última oportunidade de disputar o torneio mais importante para um jogador de futebol de salão", disse o jogador ao Relevo.
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Diego durante treinamento com a Seleção Brasileira. Foto: Leto Ribas / CBF
Na última temporada, o goleiro venceu a Liga Belga, a Copa da Bélgica e a Supercopa pelo Anderlecht. Além do dinheiro da rescisão, Ronclagio abriu mão dos cerca de 60 mil euros (R$ 370 mil) que receberia no último ano de contrato com o clube belga, conforme as cifras informadas pelo portal espanhol. Ele ainda não foi anunciado oficialmente por outra equipe.
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Ricardo Alban
"A República enfrenta um teste de integridade inédito. As sucessivas crises que ocorrem em Brasília colocam as instituições em risco. Os recorrentes episódios podem lançar o Brasil num momento de especial gravidade, pois a confiança da população nos poderes públicos é alicerce da democracia".
Disse o presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Ricardo Alban ao alertar para o risco que as instituições brasileiras correm com a crise vivida pelo Supremo Tribunal Federal (STF).