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anabolizantes
O cantor sertanejo Eduardo Costa relembrou o período em que costumava praticar o uso exagerado de anabolizantes. Aos 46 anos, o artista revelou ainda sofrer com efeitos colaterais.
Durante participação no canal de André Piunti, no Youtube, o sertanejo confessou considerar um erro a prática de anos atrás e que atualmente acha “deselegante” ter um “corpo fortão”, como antes.
“Pago muito caro até hoje pelos anabolizantes que usei e que ainda correm um pouco na minha veia. Me arrependo por que me levou para um lixo espiritual. Hoje dou muito mais valor à minha religiosidade”, contou. O cantor explicou que na época em que utilizava anabolizantes costumava ter pouco controle sobre seu humor.
Um laboratório clandestino de produção e venda de anabolizantes foi desarticulado em Vilas de Abrantes, no município de Camaçari, em uma operação do Departamento Especializado de Investigações Criminais (Deic) na manhã desta quinta-feira (04). A ação causou um prejuízo superior a R$ 150 mil ao grupo criminoso.
No local, a polícia flagrou um suspeito no momento em que ele entregava produtos a outro homem. Durante a abordagem, foram apreendidos 507 itens, incluindo injetáveis e comprimidos. Veja em vídeo momento que a polícia realiza busca e apreensão:
??Polícia desarticula laboratório de anabolizantes no valor de R$ 150 mil em Camaçari
— Bahia Notícias (@BahiaNoticias) September 4, 2025
?? Confira: pic.twitter.com/k1SC5h7eFJ
Em seguida, os policiais se dirigiram à residência de um dos suspeitos, onde encontraram mais de 2 mil itens, como frascos, comprimidos, ampolas e insumos para manipulação de anabolizantes. Entre os produtos apreendidos estavam Clembuterol, Oxandrolona, Stanozolol e diversas testosteronas.
Os dois homens foram levados para a delegacia. Um deles foi autuado em flagrante por adulteração de produtos destinados a fins terapêuticos ou medicinais e permanece à disposição do Poder Judiciário. O outro suspeito responderá ao inquérito policial em liberdade.
Um grupo de médicos brasileiros se reúnem em uma campanha de combate ao uso de esteroides anabolizantes e similares, com a #BombaTôFora. Os cardiologistas, endocrinologistas, hepatologistas, médicos do esporte e também profissionais da Educação Física estão se mobilizando para conscientizar a comunidade sobre o uso dos químicos.
A intenção é alertar sobre o uso inadequado de anabolizantes para fins estéticos e desmistificar algumas ideias, como de que o uso de anabolizantes em baixas quantidades não representam riscos à saúde.
Os profissionais estão reunindo diversos conteúdos educativos para informar o público. O Gastroenterologista e hepatologista, Raymundo Paraná é um dos embaixadores dessa campanha que forma uma grande rede de informação, inclusive nas redes sociais, por meio do perfil @bombatofora_oficial.
O Conselho Regional de Medicina do Estado da Bahia (Cremeb) comemorou a decisão do Conselho Federal de Medicina (CFM) que proibiu, através de resolução publicada nesta terça-feira (11), a prescrição médica de terapias hormonais com esteroides androgênicos e anabolizantes (EAA) com fins estéticos, de ganho de massa muscular e de melhoria do desempenho esportivo, para atletas amadores ou profissionais.
A instituição baiana afirmou, por meio de nota, que já vinha propondo a abertura de sindicâncias para apurar condutas de médicos que realizam esse tipo de prática no estado.
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"Normalmente, esses profissionais costumam fazer divulgação, que são consideradas antiéticas. Há muito tempo o Cremeb propugnava que o Conselho Federal de Medicina estabelecesse regras mais claras e mais rígidas sobre esse tema, agora, com as proibições descritas na resolução", esclareceu o Cremeb.
A entidade pontuou que apela aos profissionais que parem de fazer essas práticas porque elas irão ser acompanhadas e também alertou a população sobre os riscos de tais fármacos. "É um preço muito grande à segurança das pessoas", argumentou.
O Conselho Federal de Medicina (CFM) proibiu a prescrição médica de terapias hormonais com esteroides androgênicos e anabolizantes (EAA) com finalidade estética, para ganho de massa muscular ou melhora do desempenho esportivo, seja para atletas amadores ou profissionais. A resolução que formaliza a medida foi publicada no no Diário Oficial da União (DOU) desta terça-feira (11).
A decisão, de acordo com a entidade médica, foi tomada considerando a inexistência de comprovação científica suficiente que sustente o benefício de tais produtos e a segurança do paciente.
“O uso indiscriminado de terapias hormonais com EAA, incluindo a gestrinona, com objetivos estéticos ou para o ganho de desempenho esportivo, é hoje uma preocupação crescente na medicina e para a saúde pública, uma vez que, de acordo com as mais recentes evidências científicas, não existem benefícios notórios que justifiquem o aumento exponencial do risco de danos possivelmente permanentes ao corpo humano em diferentes órgãos e sistemas com sua utilização”, alerta a relatora e conselheira federal Annelise Menegusso.
O CFM também chamou a atenção para os riscos potenciais do uso de doses inadequadas de hormônios e a possibilidade de efeitos colaterais danosos ainda que com o uso de doses terapêuticas, especialmente em casos de deficiência hormonal não diagnosticada apropriadamente, seguindo diretrizes e recomendações em vigor.
Dentre os efeitos adversos possíveis, estão os cardiovasculares, incluindo hipertrofia cardíaca, hipertensão arterial sistêmica e infarto agudo do miocárdio, aterosclerose, estado de hipercoagulabilidade, aumento da trombogênese e vasoespasmo, doenças hepáticas como hepatite medicamentosa, insuficiência hepática aguda e carcinoma hepatocelular, transtornos mentais e de comportamento, incluindo depressão e dependência, além de distúrbios endócrinos como infertilidade, disfunção erétil e diminuição de libido.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Paulo Henrique Rodrigues
"O Brasil demorou para fazer políticas para entender que essa grande qualidade artística do nosso povo, um povo criativo, preparado intelectualmente e artisticamente, culturalmente muito rico, poderia significar renda, emprego, geração de uma indústria cultural ou criativa".
Disse o ministro do Empreendedorismo, da Microempresa e da Empresa de Pequeno Porte, Paulo Henrique Rodrigues Pereira ao ressaltar o impacto da economia criativa e a necessidade de estruturar o setor no país. Em entrevista ao programa Bahia Notícias no Ar, da rádio Antena 1 Salvador, o ministro fez um balanço sobre a relação entre cultura e negócios, reconhecendo que o Brasil tardou a transformar seu potencial em força econômica.