Artigos
O novo marco na relação Fisco-Contribuinte
Multimídia
Jerônimo garante que chapa não está definida apesar de fala de Wagner
Entrevistas
Afonso Florence garante candidatura de Lula em 2026 e crava retorno ao Congresso: “Sou parlamentar”
ana raquel copetti
A diretora de jornalismo da Rede Bahia, Ana Raquel Copetti, deixou o cargo na emissora nesta terça-feira (14), após sete anos trabalhando na equipe da empresa baiana.
A saída de Ana Raquel foi anunciada por meio de um comunicado interno. De acordo com a nota oficial para os colaboradores, a jornalista recebeu um convite da Globo para um novo desafio profissional. Segundo fontes do Bahia Notícias, a jornalista deve assumir um novo papel na Globo Minas.
"Durante sua trajetória na empresa, Ana Raquel liderou projetos estratégicos, reforçou o compromisso da Rede Bahia com o jornalismo profissional e contribuiu para a formação e valorização de talentos. Também esteve à frente da área digital, participando do reposicionamento do portal iBahia e da criação da UNA Casa de Criadores, agência de marketing de influência do grupo."
Ana Raquel assumiu a direção de jornalismo da emissora no início de 2023, após a saída de Eurico Meira da Costa, que estava há cinco anos no cargo.
O posto, que antes era de Copetti, será assumido por Christiano Caldeira, atual gerente de conteúdo de Esportes e Entretenimento. Caldeira tem mais de 20 anos de experiência em televisão e uma temporada de 6 anos em Barcelona, onde atuou com plataformas digitais. O jornalista também já liderou importantes projetos na Rede Bahia, como o Bahia Folia, coberturas eleitorais e operações de telejornais diários.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Luiz Inácio Lula da Silva
"Cuba não está passando fome porque não sabe produzir, porque não sabe construir sua energia. Cuba está passando fome porque não querem que Cuba tenha o que todo mundo deveria ter direito".
Disse o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) ao afirmar que a crise alimentar em Cuba não é resultado de incapacidade produtiva, mas consequência de decisões políticas que, segundo ele, impedem a ilha de ter acesso ao que deveria ser um direito básico.